Sagrado Coração de Jesus.

MANDE-NOS UM RECADINHO: ECCPACAJUS@BOL.COM.BR

Mande-nos um recadinho através do email: ECCPACAJUS@BOL.COM.BR

domingo, 1 de maio de 2011

Oração à Nossa Senhora do Trabalho


Salve Virgem Maria, nossa querida mãe padroeira!
Como filhos, nos dirigimos a vós com toda a confiança, implorando a vossa Bênção, de modo especial pelos nossos trabalhadores, por todos aqueles que labutam no dia-a-dia para conseguir o sustento da própria família.
Concedei-nos, nós vos pedimos, que este labor seja dignificante, de modo a favorecer vossos filhos.
Que haja muita consciência da nobreza do trabalho e que nenhum de nossos irmãos seja explorado pela ganância de riquezas.
Abençoai, ó Virgem do Trabalho, nossa comunidade, nossas famílias e a cada um de nós. Intercedei junto ao vosso Filho Jesus, concedendo-nos a graça que vos pedimos (pedido).

Assim seja!



Fonte:http://portalcot.com

sábado, 30 de abril de 2011

Como Rezar o terço da Misericórdia

João Paulo II "Tu És Pedro"



Sei que teu silêncio faz mover os corações
Silêncio de profeta fala mais que mil canções
Todo chão que recebeu teu beijo e teu andar
Vive em Santa Espera por Aquele que virá

Canta forte a humanidade,
Aos ouvidos de Deus chega sua voz
Dando graças por ti, João Paulo,
Pela paz semeada entre nós

Pra sempre cantarei as maravilhas que Deus
Realizou em ti
Tu és Pedro, fundamento da paz
Pedra que não se quebrou
Homem que não se curvou
És em Cristo, nosso bom pastor

Pra sempre cantarei as maravilhas que Deus
Realizou em nós
Pela força do teu jeito de amar
Pedra que se enterneceu
Homem que aponta ao céu
Se tu vais, saudades deixarás.

Música de Walmir Alencar

MAIO: MÊS DE MARIA



Dom Benedicto de Ulhoa Vieira

As referências dos Evangelhos e do Atos dos Apóstolos a Maria, Mãe de Jesus, apesar de poucas, deixam ver muito desta privilegiada criatura, escolhida para tão alta missão. São Paulo, na Carta aos Gálatas (4,4), dá a entender claramente que, no pensamento divino de nos enviar o seu Filho, quando os tempos estivessem maduros, uma Mulher era predestinada a no-Lo dar. Para que se compreenda a presença de Maria nesta predestinação divina, a Igreja, na festa de 8 de dezembro, aplica à Mãe de Deus, aquilo que o livro dos Provérbios (8, 22) diz da sabedoria eterna: “os abismos não existiam e eu já tinha sido concebida. Nem fontes das águas haviam brotado nem as montanhas se tinham solidificado e eu já fora gerada. Quando se firmavam os céus e se traçava a abóboda por sobre os abismos, lá eu estava junto dele e era seu encanto todos os dias”. Era pois a predestinada nos planos divinos.

Maio: Mês de Maria.Para se perceber melhor o perfil materno de Nossa Senhora, três passagens bíblicas podem esclarecer.

A primeira é a das Bodas de Caná, que realça a intercessora. Quando percebeu – o olhar feminino que tudo vê e tudo observa – estar faltando vinho, sussurra no ouvido do Filho sua preocupação e obtém, quase sem pedir, apenas sugerindo, o milagre da transformação da água em generoso vinho. Ela é de fato a mãe que se interessa pelos filhos de Deus que são seus filhos.

Outra passagem do Evangelho esclarecedora da personalidade de Maria é a que nos mostra seu silêncio e sua humildade. O anjo a encontra na quietude de sua casa, rezando, para dizer-lhe que fora escolhida por Deus para dar ao mundo o Emanuel, o Salvador. Ela se assusta com a mensagem celeste, porque, na sua humildade, nunca poderia ter pensado em ser escolhida do Altíssimo. Acolhe assim, por vontade divina, a palavra do mensageiro, silenciosamente, sem dizer, nem sequer ao noivo José, o que nela se realizava. Deus tem o direito de escolher e por isto Ela diz apenas o generoso “sim” que a tornou Mãe de Deus.

O terceiro traço de Maria-Mãe é sua corajosa atitude diante do sofrimento. Ao apresentar o seu Jesus no templo, ouve a assustadora profecia do velho Simeão: “uma espada de dor transpassará a tua alma”. Pouco mais tarde, estreitando ao peito o Menino Jesus, deve fugir para o Egito com o esposo, para que a crueldade de Herodes não atingisse a Criança que – pensava ele, Herodes – lhe poderia roubar o trono. Quando seu filho tem doze anos, desencontra-se dele e, ao achá-lo após três dias, queixa-se amorosamente: “por que fizeste isto? Eu e teu pai te procurávamos, aflitos”. Sua coragem se confirma na paixão e crucifixão de Jesus. De pé, ali no Calvário, sofre e associa-se ao sacrifício do redentor. É a mulher forte, a mãe corajosa e firme, a quem a dor não derruba. De fato, a espada de Simeão lhe atravessara a alma e o coração. É a Senhora das Dores.
Maio, mês a Ela dedicado pela piedade cristã, é um convite para voltarmos nosso olhar a esta Mãe querida para pedir-Lhe, abra as mãos maternas em Bênção de carinho sobre nossos passos nesta difícil escalada da Jerusalém celeste.

“Deus, querendo resgatar o gênero humano, depôs o preço do resgate nas mãos de Maria. Jesus Cristo, para honrar sua mãe, determinou que todas as graças que Ele nos mereceu, não fossem comunicadas aos homens, senão por meio d’Ela. Junto da cruz, constituiu-a nossa Mãe, para que dispensasse seus maternais desvelos para com todos os viventes. Este Decreto Divino, porém, não exclui a invocação de intercessão de Santos; mas, se por meio deles obtemos favores, não é sem a Mediação da Virgem Senhora. É Mãe e, por isso, é sempre necessário recorrer a Ela para se alcançarem graças. Vela por todos, mesmo não sendo invocada” (São Bernardo)


Fonte:http://padrecarlostamboril.blogspot.com

O milagre que tornou possível a beatificação de João Paulo II


A cura inexplicável de uma religiosa francesa que sofria de mal de Parkinson abriu o caminho para a beatificação do Papa João Paulo II, morto em 2005 após um longo calvário provocado justamente pelas conseqüências da doença.
A freira francesa, Marie Simon-Pierre, enfermeira de profissão, segundo a Congregação para a Causa dos Santos, curou-se inexplicavelmente depois de orações e pedidos dirigidos a João Paulo II, poucos meses após a morte do pontífice.

Para a beatificação, primeiro passo, no longo caminho até a canonização, é demonstrar que o candidato a santo intercedeu por um milagre.

Coincidência

Marie Simon-Pierre, na época com 40 anos, trabalhava em um hospital de Aix-en-Provence, no sul da França, quando foi diagnosticada em 2001 com Parkinson.

Em 2007, a religiosa decidiu contar à imprensa como havia melhorado "milagrosamente" depois que a doença se agravou, em 2005, ano da morte de João Paulo II.

Após dias de rezas e pedidos de toda a comunidade ao papa polonês, Marie Simon-Pierre conta ter deixado de sentir os sintomas da doença na madrugada entre os dias 2 e 3 de junho.
"Eu me senti completamente transformada. Senti que estava curada", contou.

O caso da freira, que viu João Paulo II uma única vez em 1984, foi submetido à análise da Congregação da Causa dos Santos, que examinou e aprovou o milagre, após consultas junto a um conselho de especialistas médicos e teólogos.

O processo sofreu atrasos porque a congregação vaticana fez questão de considerar qualquer possível objeção, submetendo o caso a vários peritos.

De acordo com Dom Slawomir Oder, encarregado da documentação para a canonização de João Paulo II, a religiosa enferma seguiu o conselho de sua madre superiora, que sugeriu que ela escrevesse em um pedaço de papel o nome de João Paulo II.

Depois de uma "súplica extrema" e ao longo de uma "noite de pregação", Marie Simon-Pierre teria então se curado, segundo Oder, destacando que entre os documentos que comprovam o milagre estão exemplos da caligrafia da religiosa antes e depois da cura misteriosa.
"A mudança na letra é impressionante: de ilegível a normal", afirmou.

Ciência

Para não deixar dúvidas sobre a confiabilidade de seu depoimento, a religiosa se submeteu também a um exame psiquiátrico, contou Oder.

O prelado explicou ter escolhido o milagre da francesa entre outros atribuídos a João Paulo II para demonstrar que o papa sentia na própria pele "a batalha pela dignidade da vida". Em 19 de dezembro de 2009, o Papa Bento XVI aprovou "as virtudes heroicas" de Karol Wojtyla.

O processo de beatificação foi iniciado por Bento XVI dois meses depois da morte de seu predecessor, um prazo excepcionalmente breve.

Durante as dezenas de homenagens fúnebres a João Paulo II na praça de São Pedro, em Roma, milhares de fiéis clamaram pela canonização do pontífice.

Uma vez beatificado, é preciso provar que João Paulo II intercedeu em um segundo milagre para que seja canonizado. (RB/AFP)

Fonte: CNBB/Rádio Vaticano

“Viver a Páscoa”



Após quarenta dias de preparação (Quaresma), celebramos a Páscoa do Senhor no Tríduo da Morte, Sepultura e Ressurreição de Jesus.
Estas celebrações não são apenas a lembrança de acontecimentos já milenares, mas a vivência atual do que se tornou definitivo além do tempo para a eternidade.

Vivemos o Dia eterno do Senhor vencedor da morte, Vivo para sempre. Aquele que se fez homem mortal, o Imortal Verbo de Deus, para poder dar sua vida na realização da Vontade do Pai pela salvação de toda a humanidade. E o Amor de Deus foi derramado na carne humana do Filho de Deus encarnado e por Ele a todo ser humano é dada a vitória sobre o pecado e a morte, tornando-o imortal.

Vivemos a Páscoa: o Dia eterno já iniciado, a plenitude da humanidade na Vida divina já completa em Jesus e penetrando na humanidade toda.

Assim se expressa a Liturgia da Igreja, quando vive a festa da Páscoa da Ressurreição de Jesus por cinquenta dias como um único Dia – o dia oitavo da criação – Domingo, Dia do Senhor Ressuscitado.

Com Jesus vitorioso sobre a morte, o Ressuscitado, entramos no destino último da humanidade e de todo o universo – a Vida Eterna. Esta Vida não é apenas uma continuidade da mesma vida que vivemos no mundo passageiro, é a Vida em plenitude divina de Amor: Reino de Deus.

Como celebramos na Solene Vigília Pascal, somos iniciados na vida em Cristo pela fé – novo nascimento pelo banho do Batismo, pela Unção do Espírito Santo, na plena comunhão em Cristo – em seu Corpo e Sangue – na Igreja, Seu Corpo Místico.

Esta iniciação agora prolonga-se pela vida de Fé, de Esperança e de Caridade. A vida dos discípulos e discípulas de Jesus é vida de comunhão em Deus, nos caminhos do mundo rumo à definitiva Vida: “(Col. 3,)1 Se ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas do alto, onde Cristo está entronizado à direita de Deus; 2 cuidai das coisas do alto, não do que é da terra. 3 Pois morrestes, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus. 4 Quando Cristo, vossa vida, se manifestar, então vós também sereis manifestados com ele, cheios de glória.” Superam-se em realização todos os sonhos e anseios humanos de felicidade.

Viver a Páscoa, a Vida do novo nascimento, a ressurreição, o divino Amor, é a vida de todo cristão. Ele, como o Cristo, passa por este mundo com a potência do Amor de Deus, impregnando-o com o mesmo Amor, construindo o Mundo novo e definitivo.

Viver a Páscoa é transbordar do Amor de Deus: “(Apoc 21,)1 Vi então um novo céu e uma nova terra. Pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. 2 Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, descendo do céu, de junto de Deus, vestida como noiva enfeitada para o seu esposo. 3 Então, ouvi uma voz forte que saía do trono e dizia: “Esta é a morada de Deus-com-os-homens. Ele vai morar junto deles. Eles serão o seu povo, e o próprio Deus-com-eles será seu Deus. 4 Ele enxugará toda lágrima dos seus olhos. A morte não existirá mais, e não haverá mais luto, nem grito, nem dor, porque as coisas anteriores passaram”. 5 Aquele que está sentado no trono disse: “Eis que faço novas todas as coisas”. Depois, ele me disse: “Escreve, pois estas palavras são dignas de fé e verdadeiras”. 6 E disse-me ainda: “Está feito! Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim. A quem tiver sede, eu darei, de graça, da fonte da água vivificante. 7 Estas coisas serão a herança do vencedor, e eu serei seu Deus, e ele será meu filho”.”

+ José Antonio Aparecido Tosi Marques, Arcebispo Metropolitano de Fortaleza

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Exulte de alegria ó Terra inteira. É nossa Páscoa!


Hoje experimentamos um novo nascimento, uma nova forma de viver, uma nova maneira de respirar. Foi nos dado um ar novo, um fogo que nos move de maneira ainda não vista nem percebida. Estamos em um dia após a morte, estamos em terra bendita, onde mana leite e mel. As trevas foram vencidas, ficaram para trás, a morte foi vencida e com ela toda a sua trupe: as dores, doenças, escravidões e correntes. Não existe poder acima daquele que ressuscitou. Ele é vencedor, mostrou a nós que tem poder, que venceu a temível morte. Este é o nosso Deus, é Jesus. Exultemos, Ele é por nós. Enraizemos nele então!

Havemos de cantar com todas as forças contidas nas cordas vocais o grande e poderoso ALEUIA. Este canto esmaga a serpente e a finda sobre suas poeiras, a faz beber de seu próprio veneno. Enchamos os pulmões e soltemos um grande grito de ALELUIA.

A Terra não é a mesma, foi derramado o sangue do Redentor sobre ela. Onde este sangue é tocado, nada fica mais do mesmo jeito. Hoje não é mais um dia de um simples calendário, hoje é o dia que o Senhor fez para nós. É um novo dia, é novíssimo e gostoso, saboroso, salutar. É um claro dia que nada fica como no passado. É o dia do Senhor!

Temos motivos para nos alegrar. As dores que querem ainda persistir não suportam este dia. É um dia poderoso. Exultemos de alegria, que nossa alma cante, que nosso corpo balance, que nosso viver se mova graciosamente dentro deste tempo feito para nós.

Cante, dance e grite louvores a Deus. Jesus ressuscitou, venceu a morte. Com sua ressurreição, trouxe-nos a vida e a certeza que seu poder é supremo. Somos embasados na ressurreição, tomemos parte disto. É Páscoa!

É nossa! A vitória sobre o pecado é nossa. Enraizemos na vitória! Sem lamúrias, agarremos Naquele que nos fez isto!


É Páscoaaaa!!!