Sagrado Coração de Jesus.

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sábado, 3 de dezembro de 2011

Equipe dirigente 2012


É com grande alegria que acolhemos a nova equipe dirigente de 2012
«Assim como o Pai me enviou, também Eu vos envio a vós» (Jo 20, 21).
Que sejamos como Maria, acolhedores na fé peregrina do amor, é assim a Mãe do meu Senhor.


O ECCé um serviço-escola. Não é um movimento. Não visa prender a si os casais, nem os casais devem querer ficar presos ao ECC. Apresenta-se como um “SERVIÇO DA IGREJA ÀS FAMÍLIAS DA PARÓQUIA”. É essencialmente paroquial. Esta é a característica fundamental. Pe. Alfonso Pastore chega a dizer que “quem lhe retirar essa característica (paroquialidade) arranca-lhe a alma”.

O ECC é feito de casais para casais. É ainda um serviço que procura apresentar aos casais uma visão da Igreja, por meio de seus Documentos e Encíclicas, e de sua Doutrina Social. Espiritualidade -

Espiritualidade
- É a tônica do ECC e se fundamenta em 5 pontos básicos:

DOAÇÃO – essência da vida cristã;

POBREZA – atitude evangélica fundamental para se colher o Reino de Deus;

SIMPLICIDADE
– atitude que se traduz num estilo simples, espontâneo e autêntico no relacionamento com os outros.

ALEGRIA – nasce da certeza da vitória do bem e é experimentada no encontro, na partilha, na doação, na comunhão com o outro.

ORAÇÃO – é uma relação pessoal do homem com Deus em Jesus Cristo. Juntam-se as estes valores a FRATERNIDADE, a GRATUIDADE e a MISSIONARIEDADE


Por ocasião do Jubileu do Ano 2000, o Venerável Beato João Paulo II, no início de um novo milénio da era cristã, afirmou com força a necessidade de renovar o empenho de levar a todos o anúncio do Evangelho «com o mesmo entusiasmo dos cristãos da primeira hora» (Carta ap. Novo millennio ineunte, 58). É o serviço mais precioso que a Igreja pode prestar à humanidade e a cada pessoa que está em busca das razões profundas para viver em plenitude a própria existência. Por isso, o mesmo convite ressoa todos os anos na celebração do Dia Missionário Mundial. Com efeito, o anúncio incessante do Evangelho vivifica também a Igreja, o seu fervor, o seu espírito apostólico, renova os seus métodos pastorais a fim de que sejam cada vez mais apropriados às novas situações — inclusive as que exigem uma nova evangelização — e animados pelo impulso missionário: «A missão renova a Igreja, revigora a sua fé e identidade cristãs, dá-lhe novo entusiasmo e novas motivações”. É dando a fé que ela se fortalece! A nova evangelização dos povos cristãos também encontrará inspiração e apoio, no empenho pela missão universal»
(João Paulo II, Enc. Redemptoris missio, 2).

Ide e anunciai

Este objetivo reaviva-se continuamente através da celebração da liturgia, em especial da Eucaristia, que se conclui sempre evocando o mandato de Jesus ressuscitado aos Apóstolos: «Ide...» (Mt 28, 19). A liturgia é sempre uma chamada «do mundo» e um novo início «no mundo» para testemunhar o que se experimentou: o poder salvífico da Palavra de Deus, o poder salvífico do Mistério pascal de Cristo. Todos aqueles que encontraram o Senhor ressuscitado sentiram a necessidade de O anunciar aos outros, como fizeram os dois discípulos de Emaús. Eles, depois de ter reconhecido o Senhor ao partir o pão, «partiram imediatamente, voltaram para Jerusalém e encontraram reunidos os onze» e contaram o que lhes tinha acontecido pelo caminho (Lc 24, 33-35). O Papa João Paulo II exortava a estarmos «vigilantes e prontos para reconhecer o seu rosto e correr a levar aos nossos irmãos o grande anúncio: “Vimos o Senhor”!» (Carta ap. Novo millennio ineunte, 59).
Todos os povos são destinatários do anúncio do Evangelho. A Igreja «por sua natureza é missionária, visto que, segundo o desígnio de Deus Pai, tem a sua origem na missão do Filho e na missão do Espírito Santo» (Conc. Ecum. Vat. II, Decr. Ad gentes, 2). Esta é «a graça e a vocação própria da Igreja, a sua mais profunda identidade. Ela existe para evangelizar» (Paulo vi, Exort. ap. Evangelii nutiandi, 14). Consequentemente, nunca pode fechar-se em si mesma. Enraíza-se em determinados lugares para ir além. A sua ação, em adesão à palavra de Cristo e sob a influência da sua graça e caridade, faz-se plena e atualmente presente a todos os homens e a todos os povos para os conduzir rumo à fé em Cristo (cf. Ad gentes, 5).
Esta tarefa não perdeu a sua urgência. Aliás, «a missão de Cristo Redentor, confiada à Igreja, ainda está bem longe do seu pleno cumprimento”... ”““. “Uma visão de conjunto da humanidade mostra que tal missão ainda está no começo e que devemos empenhar-nos com todas as forças no seu serviço» (João Paulo II, Enc. Redemptoris missio, 1). Não podemos permanecer tranquilos com o pensamento de que, depois de dois mil anos, ainda existam povos que não conhecem Cristo e ainda não ouviram a sua Mensagem de salvação.
Não só, mas aumenta o número daqueles que, embora tendo recebido o anúncio do Evangelho, o esqueceram de e abandonaram já não se reconhecem na Igreja; e muitos âmbitos, inclusive em sociedades tradicionalmente cristãs, hoje são refratários a abrirem-se à palavra da fé. Está em acto uma mudança cultural, alimentada também pela globalização, de movimentos de pensamento e de relativismo imperante, uma mudança que leva a uma mentalidade e a um estilo de vida que prescindem da Mensagem evangélica, como se Deus não existisse e exaltam a busca do bem-estar, do lucro fácil, da carreira e do sucesso como finalidade da vida, inclusive em detrimento dos valores morais.

Co-responsabilidade de todos

A missão universal envolve todos, tudo e sempre. O Evangelho não é um bem exclusivo de quem o recebeu, mas é um dom a partilhar, uma boa notícia a comunicar. E este dom-empenho está confiado não só a algumas pessoas, mas a todos os batizados, os quais são «raça eleita...”. Nação santa, povo adquirido»
(1 Pd 2, 9), para que proclame as suas obras maravilhosas.
Estão envolvidas também todas as suas atividades. A atenção e a cooperação na obra evangelizadora da Igreja no mundo não podem ser limitadas a alguns momentos ou ocasiões particulares, e nem devem ser consideradas como uma das tantas atividades pastorais: a dimensão missionária da Igreja é essencial e, portanto, deve estar sempre presente. É importante que tanto cada batizado como as comunidades eclesiais se interessem pela missão não de modo esporádico e irregular, mas de maneira constante, como forma de vida cristã. O próprio Dia Missionário não é um momento isolado no decorrer do ano, mas uma ocasião preciosa para nos determos e refletirmos se e como correspondemos à vocação missionária; uma resposta essencial para a vida da Igreja.
Assim, através da participação co-responsável na missão da Igreja, o cristão torna-se construtor da comunhão, da paz, da solidariedade que Cristo nos concedeu, e colabora para a realização do plano salvífico de Deus para toda a humanidade. Os desafios que ela encontra chamam os cristãos a caminhar juntamente com os outros, e a missão faz parte integrante deste caminho com todos. Nela conservamos, embora em vasos de barro, a nossa vocação cristã, o tesouro inestimável do Evangelho, o testemunho vivo de Jesus morto e ressuscitado, encontrado e acreditado na Igreja.
Que o Senhor reavive em cada um o desejo e a alegria de «ir» ao encontro da humanidade levando Cristo a todos. Em seu nome concedo-vos de coração a Bênção Apostólica, em particular àqueles que mais trabalham e sofrem pelo Evangelho.

Vaticano, 6 de Janeiro de 2011, Solenidade da Epifania do Senhor.


Papa BENEDICTUS XVI


Fonte:http://www.vatican

Progração de nossa paróquia

Temos a grata satisfação de convidar você, sua família e demais devotos da Imaculada Conceição, nossa Mãe, a participar da festa da Padroeira de Pacajus. Contamos com sua presença amiga.



Dia 27/11- Domingo

08:00 - carreata desperta Pacajus, Nossa Senhora te chama

Dia 28/11 - Segunda
Abertura da Festa
17h30min - Procissão e chegada da imagem peregrina
18h30min – Hasteamento das bandeiras
19h missa de abertura da festa – Dom Rosalvo
Responsável pela barraca – Dízimo e Oratórios
21h Atração: louvor – Banda Novo Tempo

Dia 29/11 - Terça

19h - 1ª novena da festa
Presidente da celebração: Pe. Farias

Responsável pela barraca – Shalom, Terço dos homens, Croata II
21h - Atração: Cultural local

Dia 30/11 Quarta

19h - 2ª novena da festa
Presidente da celebração: Pe. Airton Lima

Responsável pela barraca – Catequese, Setor juventude, EJC.
21h - Atração: Grupo Pout Porri

Dia 01/12 Quinta

19h - 3ª novena da festa
Presidente da celebração: Pe.Reginaldo

Responsável pela barraca – MESC, MEP, Pastoral do Matrimônio
21h - Atração: Poeta

Dia 02/12 - Sexta

19h - 4ª novena da festa
Presidente da celebração: Pe. Henrique

Responsável pela barraca – Buriti I e II, Banguê I e II
21h - Atração: Show E3 – Shalom

Dia 03/12 Sabado
19h - 5ª novena da festa
Presidente da celebração: Pe. Denis

Responsável pela barraca – Comércio e Coaçu
21h - Atração: Leilão

Dia 04/12 Domingo

07h – Matriz – Pe. Bosco
15h - Casamentos comunitários
19h - 6ª novena da festa
Presidente da celebração: Pe. Ailton

Responsável pela barraca – ECC
21h - Atração: Adoração e Vida

Dia 05/12 Segunda

19h - 7ª novena da festa
Presidente da celebração: Pe. Júlio

Responsável pela barraca – Acolhimento, Liturgia, Grupo de canto, acólitos, Pastoral Criança
21h - Atração: Cultural local

Dia 06/12 Terça

19h - 8ª novena da festa
Presidente da celebração: Pe. Carlos Tamboril

Responsável pela barraca – Comunidades
21h - Atração: Anjos Vocacionados

Dia 07/12 Quarta

19h - 9ª novena da festa
Presidente da celebração: Pe. Rafhael

Responsável pela barraca – Sec. Educação
21h - Atração: Sorteio das Motos e Anjos Vocacionados

Dia 08/12 Quinta
8h - Passeio ciclista
17h - Procissão de encerramento
18h - Arriamento das bandeiras
Presidente da celebração: Dom José Antonio –
37 anos de sacerdócio (Dom José)

Responsável pela barraca – Sec. Saúde
Após a Missa entrega das motos aos ganhadores
20h30min - Atração: Banda Arcanjos

É preciso que o mundo conheça e veja Jesus




3 de Dezembro dia de São Francisco Xavier


A Igreja que na sua essência é missionária, teve no século XV e XVI um grande impulso do Espírito Santo para evangelizar a América e o Oriente. No Oriente, São Francisco Xavier destacou-se com uma santidade que o levou a ousadia de fundar várias missões, a ponto de ser conhecido como "São Paulo do Oriente". Francisco nasceu no castelo de Xavier, na Espanha, a 7 de abril de 1506, sofreu com a guerra, onde aprendeu a nobreza e a valentia; com dezoito anos foi para Paris estudar, tornando-se doutor e professor.

Vaidoso e ambicioso, buscava a glória de si até conhecer Inácio de Loyola, com quem fez amizade; e que sempre repetia ao novo amigo: "Francisco, que adianta o homem ganhar o mundo inteiro se perder a sua alma?" Com o tempo, e intercessão de Inácio, o coração de Francisco foi cedendo ao amor de Jesus, até que entrou no verdadeiro processo de conversão; o resultado se vê no fato de ter se tornado cofundador da Companhia de Jesus. Já como Padre, e empenhado no caminho da santidade, São Francisco Xavier foi designado por Inácio a ir em missão para o Oriente. Na Índia, fez frutuoso trabalho de evangelização que abrangeu todas as classes e idades, ao avançar para o Japão, submeteu-se em aprender a língua e os seus costumes, a fim de anunciar um Cristo encarnado. Ambicionando a China para Cristo, pôs-se a caminho, mas em uma ilha frente a sua nova missão, veio a falecer por causa da forte febre e cansaço.

Esse grande santo missionário entrou no Céu com quarenta e seis anos, e percorreu grandes distâncias para anunciar o Evangelho, tanto assim que se colocássemos em uma linha suas viagens, daríamos três vezes a volta na Terra. São Francisco Xavier, com dez anos de apostolado, tornou-se merecidamente o Patrono Universal das Missões ao lado de Santa Teresinha do Menino Jesus.


Advento
é tempo de grande compromisso com o projeto de Deus. A Celebração Eucarística é o lugar onde o povo oprimido pode ficar de pé e levantar a cabeça, porque a libertação está próxima.

O envio dos apóstolos marca a abertura do projeto universal da evangelização. É preciso que o mundo conheça e veja Jesus: Caminho, Verdade e Vida.
Que por meu e seu intermédio as pessoas sejam esperançosas, pois se trata de um plano cujo objetivo é haver vida em plenitude. É fundamental que as pessoas vejam Jesus no lugar onde moram, estudam e trabalham. Onde são chamados a ser cristãs. Que durante a sua vida terrena tenham os olhos da fé em Jesus Cristo.

A Igreja, nossa mãe, nos auxiliará a vislumbrarmos o Senhor. “Ver”, biblicamente, é tão importante quanto testemunhar, pois pretende-se atingir nossos amigos, vizinhos, parentes e até mesmo nossos inimigos. Que o bom Deus nos ajude a cumprir com sucesso esse projeto de evangelização.

Que haja disponibilidade e fidelidade da minha e da sua parte. Que abracemos este desejo divino de levar a Boa Nova aos nossos irmãos. Santa Maria, Rainha da evangelização, ajude-nos na missão de servir e de difundir a esperança, o amor e o Reino de Cristo.


São Francisco Xavier, rogai por nós!

O PRESÉPIO FALA



Em muitas famílias, seguindo uma bela e consolidada tradição, começa-se a montar o presépio para reviver, juntamente com Maria, os dias cheios de emoção que precederam o nascimento de Jesus. Montar em casa o presépio pode ser um modo simples, mas eficaz, de apresentar a fé para transmiti-la aos filhos. Mas como surgiu esse costume?

O PRESÉPIO já tem uma história de mais de sete séculos. Foi durante a missa da noite de Natal de 1223, em Greccio, na Itália, que São Francisco de Assis decidiu representar o nascimento de Jesus, para que todos pudessem compreender melhor a mensagem do nascimento de Jesus.

CONTA-SE que São Francisco organizou tudo exatamente como aconteceu no dia em que Jesus nasceu. Numa gruta, ele armou a manjedoura com palha e feno, chamou algumas pessoas para representar Maria, José, os reis magos e os pastores, e ainda colocou um burro e um boi dentro da gruta. A missa foi celebrada por um sacerdote. Segundo conta a história muitas pessoas comparecerem ao local com velas acesas. Atualmente, em cada lugar, a montagem de presépios é adequada às expressões culturais e ao folclore dos respectivos povos.

NO BRASIL, em 1532, o padre José de Anchieta, ajudado pelos índios, já modelava em barro pequenas figuras representando o presépio, como propósito de inculcar nos indígenas a tradição de honrar o Menino Jesus no dia de Natal.

O PRESÉPIO é um elemento bastante significativo para o Natal dos cristãos. Ajuda a contemplar o mistério do amor de Jesus que se revelou na pobreza e na simplicidade da gruta de Belém. São Francisco de Assis ficou tão tocado pelo Natal que quis representá-lo em Greccio, num presépio vivo. Iniciou-se, assim, uma longa tradição popular que ainda hoje conserva seu valor para a evangelização.

COM EFEITO, o presépio pode ajudar-nos a compreender o segredo do verdadeiro Natal, porque fala da humanidade e da bondade de Cristo, que “sendo rico, se fez pobre” (2Cor 8,9) por nós.

NATAL traz alegria e paz a quem, como os pastores de Belém, acolhe as palavras do anjo: “Isto vos servirá de sinal: encontrareis um menino envolto em faixas e deitado numa manjedoura” (Lc 2,12). Continua sendo este o sinal também para nós, homens e mulheres do século XXI.

Dom Itamar Vian

Fonte:http://blog.cancaonova.com/fortaleza

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

degrau a ser superado


A vida da gente é feita de vários estágios.

Para cada estágio, surge à nossa frente um novo degrau a ser superado.

O degrau mais difícil a ser superado é geralmente o primeiro.

Para este degrau deveremos acumular uma alta dose de coragem, de determinação e principalmente de fé no que
virá.

Ao ultrapassarmos este primeiro degrau, tudo fica mais tranqüilo e sereno em nossa vida.

Vale a pena entender que os desafios e conquistas foram colocados para que possamos achar em cada estágio do
viver, um novo sentido para esta linda vida que nasce todos os dias.

Uma vida com desafios é uma vida sem estressantes rotinas.

É uma vida de superação constante, em busca da felicidade que abriga o nosso coração.

Ei!!! No Ágape você tem coragem, você assume os seus sonhos felizes.

Tenha fé e dê o primeiro passo, o melhor de si.
¨livro agapé¨

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

NÃO ESQUEÇA

O ENCONTRÃO DO MÊS DE SETEMBRO FOI TRANFERIDO PARA DIA 01-10-2011

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Mês da Bíblia


Mês de Setembro para a nossa Igreja no Brasil já é, por uma bonita tradição, sinônimo de MÊS DA BÍBLIA. O grande São Jerônimo, presbítero e doutor, cuja memória celebramos no final do mês de setembro, dia 30, nos motivou desde o início e motiva ainda hoje para a dedicação do mês de setembro inteiro para ser o da Bíblia. Sabemos da importância do trabalho bíblico de São Jerônimo realizando a tradução da Vulgata; e sua frase é emblemática: “Desconhecer as Escrituras é desconhecer o Cristo”.

"RETIRADO DO SITE CNBB.ORG.BR"

COMO É GRANDE O NOSSO ECC

XX ENCONTRO NACIONAL DO ECC

4O ANOS DE ECC

ORAÇÃO

No ECC existem tantas Graças e não tem feitiço
Alegremo-nos com sua história e missionariedade.
Testemunhos e palestras temperam o compromisso.
Aceitai, Senhor, os Temários e co-responsabilidade.
Leigos comprometidos, Sal e Luz, Jesus falou disso.
Individualismo e orgulho perdem toda sua finalidade.
Círculos de Estudos colocam a omissão em sumiço.
Isso é comprometer-se com o futuro da Humanidade.

Obrigado, Jesus, pelo ECC, quarenta anos a serviço.
Amém

COMPROMETER-SE COM O FUTURO “(40 anos do ECC)

Padre José Natalício da Silva

¨RETIRADO DO SITE WWW.ECC.CONSELHONACIONAL.COM.BR"

quarta-feira, 27 de julho de 2011

A idade de ser Feliz


Existe somente uma idade para a gente ser feliz.

Somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia bastante para realizá-los, a despeito de todas as dificuldade e obstáculos.

Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo nem culpa de sentir prazer.

Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida à nossa própria imagem e semelhança e vestir-se com todas as cores e experimentar todos os sabores.

Tempo de entusiasmo e coragem em que todo desafio é mais um convite à luta que a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo novo, de novo e de novo, e quantas vezes for preciso.

Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE, também conhecida como AGORA ou JÁ e tem a duração do instante que passa...

Mário quintana

terça-feira, 26 de julho de 2011

FELICIDADES

O exemplo da Sagrada Família ilumina e anima nossa vida de oração, de doação e de trabalho. Que a Sagrada família abençõe aos casais aniversariantes do mês de Julho:

Auzair e Gilma;
Wescley e Helena;
Carlinhos e Rosi.



Do casal irmão em Cristo, Aquino e Crisângela

terça-feira, 5 de julho de 2011

SÓ SE TEM SAUDADE DO QUE É BOM ( ÁGAPE )









Saudade não é tristeza, choro e solidão.

Saudade é uma coisa boa, guardada no coração.

Muita gente acha que a Saudade é uma coisa ruim.

A Saudade é uma coisa boa, a Saudade não tem fim.

Ninguém tem Saudade do que é ruim e das coisas erradas.

Pois, as coisas negativas ficam para sempre enterradas.

O que é bom sempre recordamos, porque sentimos Saudade.

A Saudade é sempre a lembrança dos tempos de Felicidade ( Ágape ).

A morte mata o corpo, mas não mata a Saudade.

A Saudade mata a morte, no encontro da Eternidade.

Por isso, só tem saudade das coisas boas, quem está no Ágape.

Leia o Ágape, em oração, de coração, com fome e sede de Deus e tenha saudade do que é bom.

Um forte Ágape!!!!


terço bizantino

sexta-feira, 1 de julho de 2011

01 de Julho dia dedicado ao Sagrado Coração de Jesus




NOVENA AO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

1 – Ó meu Jesus, que dissestes: “Em verdade, vos digo, pedi e recebereis, procurai e achareis, batei e ser-vos-á aberto!” Eis que bato, procuro e peço a graça...

Pai Nosso, Ave Maria e Glória
Sagrado Coração de Jesus, confio e espero em vós!

2 – Ó meu Jesus, que dissestes: “Em verdade, vos digo, qualquer coisa que peçais ao meu Pai, no meu nome, Ele vo-la concederá!” Eis que ao Vosso Pai, no Vosso nome, eu peço a graça...

Pai Nosso, Ave Maria e Glória
Sagrado Coração de Jesus, confio e espero em vós!

3 – Ó meu Jesus, que dissestes: “Em verdade, vos digo, passarão o céu e a terra, mas as minhas palavras, jamais!” Eis que, apoiado na infalibilidade das Vossas santas palavras, eu Vos peço a graça...

Pai Nosso, Ave Maria e Glória
Sagrado Coração de Jesus, confio e espero em vós!

ORAÇÃO
Ó Sagrado Coração de Jesus, a quem uma única coisa é impossível, isto é, a de não ter compaixão dos infelizes, tende piedade de nós, míseros pecadores, e concedei-nos as graças que Vos pedimos por intermédio do Coração Imaculado da Vossa e nossa terna Mãe.

São José, Amigo do Sagrado Coração de Jesus, rogai por nós. – Salve Rainha.

Repetir esta oração por mais 8 dias.


**************
Referências :Associação Apostolado do Sagrado Coração de Jesus

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Sacerdote, instrumento do perdão de Jesus aos homens


A cura do paralítico nos é contada também pelos evangelistas Marcos (2,1-12) e Lucas (5,17-26). O primeiro apresenta a história do paralítico com mais particularidades, nos diz que os portadores do leito – sobre o qual jazia o paralítico – não conseguiam apresentar o doente a Jesus por causa da multidão.

São particularidades que não pertencem à história em si, mas ao modo de apresentá-la. Na sua versão, Mateus estiliza a cena reduzindo-a ao essencial, omitindo todas as particularidades. A chave para descobrir a intenção de Mateus está nas palavras de Jesus: Vendo a fé daquela gente, Jesus disse ao paralítico: “Meu filho, coragem! Teus pecados te são perdoados”.

Neste texto, o apóstolo [Mateus] quer afirmar que Jesus tem o poder de perdoar os pecados. A cura do paralítico comprova esse poder. Além de ter o poder de perdoar os pecados, o Senhor demonstra ter um poder mais forte, que é aquele de penetrar os pensamentos dos escribas, sem que alguém lhe contasse nada, dizendo-lhes: Por que pensais mal em vossos corações?

Por sua vez, Cristo possui um conhecimento sobre-humano, sobrenatural, doado a Ele pelo Espírito Santo. Em outros momentos o Senhor dirá: Vocês veem as aparências. Eu vejo o coração. Este conhecimento sobrenatural de Jesus demonstra que Ele tem também uma dignidade única e que justifica o Seu poder também único, aquele de perdoar os pecados.

Quando Jesus demonstra que tem poder sobre o pecado, o paralítico passa em segundo plano, como se não interessasse mais o paralítico curado, e sim “para que saibais que o Filho do homem tem o poder de perdoar os pecados”.

A razão da cura do paralítico, que ouviu as palavras de Jesus “Levanta-te, toma a maca e volta para tua casa”, é demonstrar a saúde eterna. O perdão dos pecados é mais importante do que a saúde do corpo.

Mateus, além de demonstrar o poder de Jesus, quer realçar a fé daquela multidão que se aproximou d’Ele, atraída a Ele justamente por causa desse poder. Fé tão grande que venceu todas as dificuldades. Fé que é confiança ilimitada no poder de Jesus, posto a serviço do ser humano.

Por fim, Mateus, depois de nos contar a cura e o perdão dos pecados do paralítico, nos fala daquela multidão que, diante deste milagre de Jesus Cristo, ficou com medo, glorificou a Deus por ter dado tal poder aos homens.

O poder de Jesus de perdoar os pecados foi passado aos Seus apóstolos quando, ao ressuscitar dos mortos e aparecendo a eles, disse: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio a vós”. Depois destas palavras, soprou sobre eles dizendo-lhes: “Recebei o Espírito Santo. Aqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; aqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos” (João 20,21-23).

Portanto, a Igreja de Cristo tem a missão de administrar o sacramento do perdão. Não são os padres que perdoam, mas é Cristo que o faz na pessoa do sacerdote. Este poder de perdoar os pecados é inseparável da Pessoa de Cristo e de Sua Igreja una, santa, católica e apostólica.


Padre Bantu Mendonça

Senhor, encoraja-nos para sermos testemunhas vivas do Teu amor


Se a Palavra da verdade, provinda de Deus, nos gerou para a vida, é muito importante a nossa atitude em relação a ela. O vínculo entre a fé e as obras e, mais particularmente, entre a fé e a caridade, é essencial para nos sustentar no caminho do Senhor. A Palavra de Deus em nós deve traduzir-se na vida.

O seguidor de Cristo não é apenas ouvinte, mas executor da obra, que se aprofunda na lei perfeita da liberdade, na lei do Reino, acolhendo o mandamento de amor a Deus e ao próximo.

A lei perfeita, aperfeiçoada no Evangelho, torna-nos livres e nos estimula à ação. A religiosidade autêntica não consiste apenas em conhecer a fé, mas em testemunhá-la com obras, com um cristianismo vivido no amor aos irmãos necessitados e no afastamento de todo e qualquer mal.

Senhor, encoraja-nos para sermos testemunhas vivas do Teu amor.

Jesus, eu confio em Vós!

www.cancaonova.com

Consagre seu casamento a Nossa Senhora .



Hoje, consagrar-se é justamente colocar-se ao lado dela e entregar-se a ela. Ser como uma criança que se confia ao coração dela, que se joga em seus braços, que se põe debaixo de seu manto. Como uma criança assustada, como um menino necessitado que vem correndo para a mãe, que se atira no colo, que se joga no coração dela, que se põe debaixo do manto. Uma criança guardada, protegida. Que vence sob o manto dela. Tenha a certeza de que vencerá! Eu aprendi, graças a Deus, ainda muito cedo: realmente ela é a Auxiliadora dos Cristãos. A vitoriosa das batalhas de Deus. Na sua luta pessoal contra o pecado, na sua luta para ser cidadão do céu, para imunizar-se de todo pecado, você precisa dela como a sua mãe, sua protetora, sua advogada.

Consagre-se a ela! Hoje, somos convidados para rezar o Santo Rosário! E, antes de se deitar, como última homenagem a ela, ali ao pé da cama, reze três Ave-marias. Você pode fazer esta experiência a partir de hoje. Mesmo se você chegar de madrugada em casa, antes de se deitar, faça isso! Ali, ao pé da cama, reze as três Ave-marias, renovando a sua consagração.

Você vai ver – como eu vi, na minha vida de menino –, a vitória de Maria. Você experimentará a vitória de Deus, a vitória que Maria vai lhe dar, porque Deus a escolheu para estar à frente do exército daqueles que querem vencer.

Se você quer vencer, não vá sem defesas para a luta, porque será derrotado! A nossa luta não é contra homens de carne e sangue, mas sim contra aquele sobre o qual o Apocalipse diz: “sabendo que pouco tempo lhe resta, veio sobre nós, sobre você, sobre a nossa geração, com grande furor e ira”.

Deus já estabeleceu aquela que nos dará a vitória. Não cometa a insensatez de querer vencer sozinho. Você será derrotado. Pelo contrário, consagre-se a Santíssima Virgem, jogue-se nos braços dela, ponha-se no coração dela, esconda-se debaixo do seu manto. Ela lhe dará a vitória.

Além das lutas pessoais, você enfrenta problemas em sua família? O problema é no seu casamento? Consagre-se a ela! Totus tuus, consagre-se a ela, mesmo que a pessoa com quem você se casou nem queira saber disso. Consagre-se a Nossa Senhora. Ela será a vitoriosa no seu casamento.

Devo dizer que a guerra no casamento tem sido cada vez mais terrível! Não é possível vencer se não se colocar ao lado dela, sob o seu manto de mãe. Consagre o seu casamento a Nossa Senhora. Talvez como você nunca tenha feito! Consagre o seu casamento para que ela seja a vitoriosa.

Talvez o problema seja com os seus filhos. Você os está perdendo e não sabe o que fazer. Humanamente, não há o que fazer. É a mesma receita. Consagre-se a Nossa Senhora! Depois, consagre cada um desses filhos a ela. Reze por eles. Pegue o seu terço, comece a rezar e progrida até que consiga rezar o Rosário pelos seus filhos.

Mãe, a receita é esta: dobre os joelhos! Não tenha medo de criar calos neles. É muito mais belo ver os filhos salvos do que ter joelhos bonitos. Você pode ter joelhos bonitos, mas filhos se perdendo. Dobre os joelhos! Porque a única coisa que o demônio não faz é dobrá-los [joelhos].

Quando você dobra os joelhos, está reconhecendo, diante de Deus, a sua incapacidade, a sua impotência. Você demonstra que, sozinho, não é nada. Se nessa luta para salvar os seus filhos, sua família, seu casamento, seu namoro, você sente a sua incapacidade, sua total impotência, reze o terço. Sim, porque o demônio tem ódio do santo terço e é obrigado a bater em retirada.

Aos homens também declaro que, nesta luta, para salvar os seus filhos, a sua família, é preciso dobrar os joelhos, porque o demônio nunca faz isso. Quando dobramos os joelhos, estamos confessando diante de Deus a nossa incapacidade. Ao mesmo tempo, estamos proclamando o poder, a onipotência que Ele tem, porque para Ele nada é impossível.

Estamos declarando, ao mesmo tempo, a onipotência suplicante da Virgem Maria, a quem somos consagrados. Digo-lhe mais: a grande vitória nas suas lutas pessoais, nas lutas pela sua família, pela salvação do seu casamento, pela salvação de seus filhos, a sua vitória se dará com aquela a quem aprendemos a saudar desde criança.

(Trecho extraído do livro "Maria, a mulher do Gênesis ao Apocalipse" de monsenhor Jonas Abib)

domingo, 1 de maio de 2011

Oração à Nossa Senhora do Trabalho


Salve Virgem Maria, nossa querida mãe padroeira!
Como filhos, nos dirigimos a vós com toda a confiança, implorando a vossa Bênção, de modo especial pelos nossos trabalhadores, por todos aqueles que labutam no dia-a-dia para conseguir o sustento da própria família.
Concedei-nos, nós vos pedimos, que este labor seja dignificante, de modo a favorecer vossos filhos.
Que haja muita consciência da nobreza do trabalho e que nenhum de nossos irmãos seja explorado pela ganância de riquezas.
Abençoai, ó Virgem do Trabalho, nossa comunidade, nossas famílias e a cada um de nós. Intercedei junto ao vosso Filho Jesus, concedendo-nos a graça que vos pedimos (pedido).

Assim seja!



Fonte:http://portalcot.com

sábado, 30 de abril de 2011

Como Rezar o terço da Misericórdia

João Paulo II "Tu És Pedro"



Sei que teu silêncio faz mover os corações
Silêncio de profeta fala mais que mil canções
Todo chão que recebeu teu beijo e teu andar
Vive em Santa Espera por Aquele que virá

Canta forte a humanidade,
Aos ouvidos de Deus chega sua voz
Dando graças por ti, João Paulo,
Pela paz semeada entre nós

Pra sempre cantarei as maravilhas que Deus
Realizou em ti
Tu és Pedro, fundamento da paz
Pedra que não se quebrou
Homem que não se curvou
És em Cristo, nosso bom pastor

Pra sempre cantarei as maravilhas que Deus
Realizou em nós
Pela força do teu jeito de amar
Pedra que se enterneceu
Homem que aponta ao céu
Se tu vais, saudades deixarás.

Música de Walmir Alencar

MAIO: MÊS DE MARIA



Dom Benedicto de Ulhoa Vieira

As referências dos Evangelhos e do Atos dos Apóstolos a Maria, Mãe de Jesus, apesar de poucas, deixam ver muito desta privilegiada criatura, escolhida para tão alta missão. São Paulo, na Carta aos Gálatas (4,4), dá a entender claramente que, no pensamento divino de nos enviar o seu Filho, quando os tempos estivessem maduros, uma Mulher era predestinada a no-Lo dar. Para que se compreenda a presença de Maria nesta predestinação divina, a Igreja, na festa de 8 de dezembro, aplica à Mãe de Deus, aquilo que o livro dos Provérbios (8, 22) diz da sabedoria eterna: “os abismos não existiam e eu já tinha sido concebida. Nem fontes das águas haviam brotado nem as montanhas se tinham solidificado e eu já fora gerada. Quando se firmavam os céus e se traçava a abóboda por sobre os abismos, lá eu estava junto dele e era seu encanto todos os dias”. Era pois a predestinada nos planos divinos.

Maio: Mês de Maria.Para se perceber melhor o perfil materno de Nossa Senhora, três passagens bíblicas podem esclarecer.

A primeira é a das Bodas de Caná, que realça a intercessora. Quando percebeu – o olhar feminino que tudo vê e tudo observa – estar faltando vinho, sussurra no ouvido do Filho sua preocupação e obtém, quase sem pedir, apenas sugerindo, o milagre da transformação da água em generoso vinho. Ela é de fato a mãe que se interessa pelos filhos de Deus que são seus filhos.

Outra passagem do Evangelho esclarecedora da personalidade de Maria é a que nos mostra seu silêncio e sua humildade. O anjo a encontra na quietude de sua casa, rezando, para dizer-lhe que fora escolhida por Deus para dar ao mundo o Emanuel, o Salvador. Ela se assusta com a mensagem celeste, porque, na sua humildade, nunca poderia ter pensado em ser escolhida do Altíssimo. Acolhe assim, por vontade divina, a palavra do mensageiro, silenciosamente, sem dizer, nem sequer ao noivo José, o que nela se realizava. Deus tem o direito de escolher e por isto Ela diz apenas o generoso “sim” que a tornou Mãe de Deus.

O terceiro traço de Maria-Mãe é sua corajosa atitude diante do sofrimento. Ao apresentar o seu Jesus no templo, ouve a assustadora profecia do velho Simeão: “uma espada de dor transpassará a tua alma”. Pouco mais tarde, estreitando ao peito o Menino Jesus, deve fugir para o Egito com o esposo, para que a crueldade de Herodes não atingisse a Criança que – pensava ele, Herodes – lhe poderia roubar o trono. Quando seu filho tem doze anos, desencontra-se dele e, ao achá-lo após três dias, queixa-se amorosamente: “por que fizeste isto? Eu e teu pai te procurávamos, aflitos”. Sua coragem se confirma na paixão e crucifixão de Jesus. De pé, ali no Calvário, sofre e associa-se ao sacrifício do redentor. É a mulher forte, a mãe corajosa e firme, a quem a dor não derruba. De fato, a espada de Simeão lhe atravessara a alma e o coração. É a Senhora das Dores.
Maio, mês a Ela dedicado pela piedade cristã, é um convite para voltarmos nosso olhar a esta Mãe querida para pedir-Lhe, abra as mãos maternas em Bênção de carinho sobre nossos passos nesta difícil escalada da Jerusalém celeste.

“Deus, querendo resgatar o gênero humano, depôs o preço do resgate nas mãos de Maria. Jesus Cristo, para honrar sua mãe, determinou que todas as graças que Ele nos mereceu, não fossem comunicadas aos homens, senão por meio d’Ela. Junto da cruz, constituiu-a nossa Mãe, para que dispensasse seus maternais desvelos para com todos os viventes. Este Decreto Divino, porém, não exclui a invocação de intercessão de Santos; mas, se por meio deles obtemos favores, não é sem a Mediação da Virgem Senhora. É Mãe e, por isso, é sempre necessário recorrer a Ela para se alcançarem graças. Vela por todos, mesmo não sendo invocada” (São Bernardo)


Fonte:http://padrecarlostamboril.blogspot.com

O milagre que tornou possível a beatificação de João Paulo II


A cura inexplicável de uma religiosa francesa que sofria de mal de Parkinson abriu o caminho para a beatificação do Papa João Paulo II, morto em 2005 após um longo calvário provocado justamente pelas conseqüências da doença.
A freira francesa, Marie Simon-Pierre, enfermeira de profissão, segundo a Congregação para a Causa dos Santos, curou-se inexplicavelmente depois de orações e pedidos dirigidos a João Paulo II, poucos meses após a morte do pontífice.

Para a beatificação, primeiro passo, no longo caminho até a canonização, é demonstrar que o candidato a santo intercedeu por um milagre.

Coincidência

Marie Simon-Pierre, na época com 40 anos, trabalhava em um hospital de Aix-en-Provence, no sul da França, quando foi diagnosticada em 2001 com Parkinson.

Em 2007, a religiosa decidiu contar à imprensa como havia melhorado "milagrosamente" depois que a doença se agravou, em 2005, ano da morte de João Paulo II.

Após dias de rezas e pedidos de toda a comunidade ao papa polonês, Marie Simon-Pierre conta ter deixado de sentir os sintomas da doença na madrugada entre os dias 2 e 3 de junho.
"Eu me senti completamente transformada. Senti que estava curada", contou.

O caso da freira, que viu João Paulo II uma única vez em 1984, foi submetido à análise da Congregação da Causa dos Santos, que examinou e aprovou o milagre, após consultas junto a um conselho de especialistas médicos e teólogos.

O processo sofreu atrasos porque a congregação vaticana fez questão de considerar qualquer possível objeção, submetendo o caso a vários peritos.

De acordo com Dom Slawomir Oder, encarregado da documentação para a canonização de João Paulo II, a religiosa enferma seguiu o conselho de sua madre superiora, que sugeriu que ela escrevesse em um pedaço de papel o nome de João Paulo II.

Depois de uma "súplica extrema" e ao longo de uma "noite de pregação", Marie Simon-Pierre teria então se curado, segundo Oder, destacando que entre os documentos que comprovam o milagre estão exemplos da caligrafia da religiosa antes e depois da cura misteriosa.
"A mudança na letra é impressionante: de ilegível a normal", afirmou.

Ciência

Para não deixar dúvidas sobre a confiabilidade de seu depoimento, a religiosa se submeteu também a um exame psiquiátrico, contou Oder.

O prelado explicou ter escolhido o milagre da francesa entre outros atribuídos a João Paulo II para demonstrar que o papa sentia na própria pele "a batalha pela dignidade da vida". Em 19 de dezembro de 2009, o Papa Bento XVI aprovou "as virtudes heroicas" de Karol Wojtyla.

O processo de beatificação foi iniciado por Bento XVI dois meses depois da morte de seu predecessor, um prazo excepcionalmente breve.

Durante as dezenas de homenagens fúnebres a João Paulo II na praça de São Pedro, em Roma, milhares de fiéis clamaram pela canonização do pontífice.

Uma vez beatificado, é preciso provar que João Paulo II intercedeu em um segundo milagre para que seja canonizado. (RB/AFP)

Fonte: CNBB/Rádio Vaticano

“Viver a Páscoa”



Após quarenta dias de preparação (Quaresma), celebramos a Páscoa do Senhor no Tríduo da Morte, Sepultura e Ressurreição de Jesus.
Estas celebrações não são apenas a lembrança de acontecimentos já milenares, mas a vivência atual do que se tornou definitivo além do tempo para a eternidade.

Vivemos o Dia eterno do Senhor vencedor da morte, Vivo para sempre. Aquele que se fez homem mortal, o Imortal Verbo de Deus, para poder dar sua vida na realização da Vontade do Pai pela salvação de toda a humanidade. E o Amor de Deus foi derramado na carne humana do Filho de Deus encarnado e por Ele a todo ser humano é dada a vitória sobre o pecado e a morte, tornando-o imortal.

Vivemos a Páscoa: o Dia eterno já iniciado, a plenitude da humanidade na Vida divina já completa em Jesus e penetrando na humanidade toda.

Assim se expressa a Liturgia da Igreja, quando vive a festa da Páscoa da Ressurreição de Jesus por cinquenta dias como um único Dia – o dia oitavo da criação – Domingo, Dia do Senhor Ressuscitado.

Com Jesus vitorioso sobre a morte, o Ressuscitado, entramos no destino último da humanidade e de todo o universo – a Vida Eterna. Esta Vida não é apenas uma continuidade da mesma vida que vivemos no mundo passageiro, é a Vida em plenitude divina de Amor: Reino de Deus.

Como celebramos na Solene Vigília Pascal, somos iniciados na vida em Cristo pela fé – novo nascimento pelo banho do Batismo, pela Unção do Espírito Santo, na plena comunhão em Cristo – em seu Corpo e Sangue – na Igreja, Seu Corpo Místico.

Esta iniciação agora prolonga-se pela vida de Fé, de Esperança e de Caridade. A vida dos discípulos e discípulas de Jesus é vida de comunhão em Deus, nos caminhos do mundo rumo à definitiva Vida: “(Col. 3,)1 Se ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas do alto, onde Cristo está entronizado à direita de Deus; 2 cuidai das coisas do alto, não do que é da terra. 3 Pois morrestes, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus. 4 Quando Cristo, vossa vida, se manifestar, então vós também sereis manifestados com ele, cheios de glória.” Superam-se em realização todos os sonhos e anseios humanos de felicidade.

Viver a Páscoa, a Vida do novo nascimento, a ressurreição, o divino Amor, é a vida de todo cristão. Ele, como o Cristo, passa por este mundo com a potência do Amor de Deus, impregnando-o com o mesmo Amor, construindo o Mundo novo e definitivo.

Viver a Páscoa é transbordar do Amor de Deus: “(Apoc 21,)1 Vi então um novo céu e uma nova terra. Pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. 2 Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, descendo do céu, de junto de Deus, vestida como noiva enfeitada para o seu esposo. 3 Então, ouvi uma voz forte que saía do trono e dizia: “Esta é a morada de Deus-com-os-homens. Ele vai morar junto deles. Eles serão o seu povo, e o próprio Deus-com-eles será seu Deus. 4 Ele enxugará toda lágrima dos seus olhos. A morte não existirá mais, e não haverá mais luto, nem grito, nem dor, porque as coisas anteriores passaram”. 5 Aquele que está sentado no trono disse: “Eis que faço novas todas as coisas”. Depois, ele me disse: “Escreve, pois estas palavras são dignas de fé e verdadeiras”. 6 E disse-me ainda: “Está feito! Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim. A quem tiver sede, eu darei, de graça, da fonte da água vivificante. 7 Estas coisas serão a herança do vencedor, e eu serei seu Deus, e ele será meu filho”.”

+ José Antonio Aparecido Tosi Marques, Arcebispo Metropolitano de Fortaleza

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Exulte de alegria ó Terra inteira. É nossa Páscoa!


Hoje experimentamos um novo nascimento, uma nova forma de viver, uma nova maneira de respirar. Foi nos dado um ar novo, um fogo que nos move de maneira ainda não vista nem percebida. Estamos em um dia após a morte, estamos em terra bendita, onde mana leite e mel. As trevas foram vencidas, ficaram para trás, a morte foi vencida e com ela toda a sua trupe: as dores, doenças, escravidões e correntes. Não existe poder acima daquele que ressuscitou. Ele é vencedor, mostrou a nós que tem poder, que venceu a temível morte. Este é o nosso Deus, é Jesus. Exultemos, Ele é por nós. Enraizemos nele então!

Havemos de cantar com todas as forças contidas nas cordas vocais o grande e poderoso ALEUIA. Este canto esmaga a serpente e a finda sobre suas poeiras, a faz beber de seu próprio veneno. Enchamos os pulmões e soltemos um grande grito de ALELUIA.

A Terra não é a mesma, foi derramado o sangue do Redentor sobre ela. Onde este sangue é tocado, nada fica mais do mesmo jeito. Hoje não é mais um dia de um simples calendário, hoje é o dia que o Senhor fez para nós. É um novo dia, é novíssimo e gostoso, saboroso, salutar. É um claro dia que nada fica como no passado. É o dia do Senhor!

Temos motivos para nos alegrar. As dores que querem ainda persistir não suportam este dia. É um dia poderoso. Exultemos de alegria, que nossa alma cante, que nosso corpo balance, que nosso viver se mova graciosamente dentro deste tempo feito para nós.

Cante, dance e grite louvores a Deus. Jesus ressuscitou, venceu a morte. Com sua ressurreição, trouxe-nos a vida e a certeza que seu poder é supremo. Somos embasados na ressurreição, tomemos parte disto. É Páscoa!

É nossa! A vitória sobre o pecado é nossa. Enraizemos na vitória! Sem lamúrias, agarremos Naquele que nos fez isto!


É Páscoaaaa!!!

O poder de Deus


O poder de Deus está ao nosso alcance. Se os cristãos soubessem que o poder de Jesus está ao nosso alcance, poderíamos transformar, curar, libertar, livrar do vício, transformar pessoas, famílias, estruturas, sociedades... Nós detemos a mais poderosa energia do mundo, o mais poderoso poder do mundo, e não o usamos.
Recebemos o Espírito Santo no nosso batismo, mas precisamos ser mais e mais impregnados pelo Espírito Santo, para sair de nossos comodismos e sermos testemunhas do Senhor. É preciso levar ao mundo o maravilhoso poder de Deus, o poder mais impressionante que a Terra já viu, o poder de Jesus posto à disposição dos cristãos, e da Igreja, à nossa disposição.


Fonte: Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

Novena da Misericórdia


Primeiro dia

Hoje traze-Me a humanidade inteira, especialmente todos os pecadores e mergulha-os no oceano da minha Misericórdia. Com isso Me consolarás na amarga tristeza em que Me afunda a perda das almas.

Misericordiosíssimo Jesus, de quem é próprio ter compaixão de nós e nos perdoar, não olheis os nossos pecados, mas a confiança que depositamos em Vossa infinita bondade. Acolhei-nos na mansão do vosso compassivo Coração e nunca nos deixeis sair dele. Nós vo-lo pedimos pelo amor que Vos une ao Pai e ao Espírito Santo.

Eterno Pai, olhai com misericórdia para toda humanidade, encerrada no Coração compassivo de Jesus, mas especialmente para os pobres pecadores. Pela Sua dolorosa Paixão, mostrai-nos a Vossa Misericórdia, para que glorifiquemos a onipotência da Vossa Misericórdia, por toda a eternidade. Amém.

(rezar o Terço da Divina Misericórdia)

Segundo dia

Hoje traze-Me as almas dos sacerdotes e religiosos e mergulha-as na minha insondável Misericórdia. Elas Me deram força para suportar a amarga Paixão. Por elas, como por canais, corre para a humanidade a minha Misericórdia.

Misericordiosíssimo Jesus, de quem provém tudo que é bom, aumentai em nós a graça, para que pratiquemos dignas obras de misericórdia, a fim de que aqueles que olham para nós, glorifiquem o Pai da Misericórdia que está no Céu.

Eterno Pai, dirigi o olhar da vossa Misericórdia para a porção eleita da vossa vinha: para as almas dos sacerdotes e religiosos. Concedei-lhes o poder da vossa bênção e, pelos sentimentos do Coração de vosso Filho, no qual estão encerradas, dai-lhes a força da vossa luz, para que possam guiar os outros nos caminhos da salvação e juntamente com eles cantar a glória da vossa insondável Misericórdia, por toda a eternidade. Amém.

(rezar o Terço da Divina Misericórdia)

Terceiro dia

Hoje traze-Me todas as almas piedosas e fiéis e mergulha-as no oceano da minha Misericórdia. Estas almas consolaram-Me na Via-sacra; foram aquela gota de consolações em meio ao mar de amarguras.
Misericordiosíssimo Jesus, que concedeis prodigamente a tods as graças do tesouro da vossa Misericórdia, acolhei-nos na mansão do vosso compassivo Coração e não nos deixeis sair dele pelos séculos; suplicamo-Vos pelo amor inconcebível de que está inflamado o vosso Coração para com o Pai Celestial.

Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas fiéis, como a herança do vosso Filho. Pela sua dolorosa Paixão concedei-lhes a vossa bênção e cercai-as da vossa incessante proteção, para que não percam o amor e o tesouro da santa fé, mas com toda a multidão dos Anjos e dos Santos glorifiquem a vossa imensa Misericórdia, por toda a eternidade. Amém.

(rezar o Terço da Divina Misericórdia)

Quarto dia

Hoje traze-Me os pagãos e aqueles que ainda não Me conhecem e nos quais pensei na minha amarga Paixão. O seu futuro zelo consolou o meu Coração. Mergulha-os no mar da minha Misericórdia.

Misericordiosíssimo Jesus, que sois a luz de todo o mundo, aceitai na mansão do vosso compassivo Coração as almas dos pagãos que ainda não Vos conhecem. Que os raios da vossa graça os iluminem para que também eles, juntamente conosco, glorifiquem as maravilhas da vossa Misericórdia e não os deixeis sair da mansão do vosso compassivo Coração.
Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas dos pagãos e daqueles que ainda não Vos conhecem e que estão encerrados no Coração compassivo de Jesus. Atraí-as à luz do Evangelho. Essas almas não sabem que grande felicidade é amar-Vos. Fazei com que também elas glorifiquem a riqueza da vossa Misericórdia, por toda a eternidade. Amém.

(rezar o Terço da Divina Misericórdia)

Quinto dia

Hoje traze-Me as almas dos Cristãos separados da Unidade da Igreja e mergulha-as no mar da minha Misericórdia. Na minha amarga Paixão dilaceravam o meu Corpo e o meu Coração, isto é, a minha Igreja. Quando voltam à unidade da Igreja, cicatrizam-se as minhas Chagas e dessa maneira eles aliviam a minha Paixão.

Misericordiosíssimo Jesus que sois a própria Bondade, Vós não negais a luz àqueles que Vos pedem, aceitai na mansão do vosso compassivo Coração as almas dos nossos irmãos separados, e atraí-os pela vossa luz à unidade da Igreja e não os deixeis sair da mansão do vosso compassivo Coração, mas fazei com que também eles glorifiquem a riqueza da vossa Misericórdia.

Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas dos nossos irmãos separados que esbanjaram os vossos bens e abusaram das vossas graças, permanecendo teimosamente nos seus erros. Não olheis para os seus erros, mas para o amor do vosso Filho e para a sua amarga Paixão, que suportou por eles, pois também eles estão encerrados no Coração compassivo de Jesus. Fazei com que também eles glorifiquem a vossa Misericórdia por toda a eternidade. Amém.

(rezar o Terço da Divina Misericórdia)

Sexto dia

Hoje traze-Me as almas mansas, assim como as almas das criancinhas, e mergulha-as na minha Misericórdia. Estas almas são as mais semelhantes ao meu Coração. Elas reconfortaram-Me na minha amarga Paixão da minha agonia. Eu as vi quais anjos terrestres que futuramente iriam velar junto aos meus altares. Sobre elas derramo torrentes de graças. Só a alma humilde é capaz de aceitar a minha graça; às almas humildes favoreço com a minha confiança

Misericordiosíssimo Jesus, que dissestes: “Aprendei de Mim que sou manso e humilde de coração”, aceitai na mansão do vosso compassivo Coração as almas mansas e humildes e as almas das criancinhas. Estas almas encantam o Céu todo e são a especial predileção do Pai Celestial, são como um ramalhete diante do trono de Deus, com cujo perfume o próprio Deus se deleita. Estas almas têm a mansão permanente no Coração compassivo de Jesus e cantam sem cessar um hino de amor e misericórdia pelos séculos.

Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas mansas e humildes e para as almas das criancinhas, que estão encerradas na mansão compassiva do Coração de Jesus. Estas almas são as mais semelhantes a vosso Filho; o perfume destas almas eleva-se da Terra e alcança o vosso trono. Pai de Misericórdia e de toda bondade, suplico-Vos pelo amor e predileção que tendes para com estas almas, abençoai o mundo todo, para que todas as almas cantem juntamente a glória à vossa Misericórdia, por toda a eternidade. Amém.

(rezar o Terço da Divina Misericórdia)

Sétimo dia

Hoje traze-Me as almas que veneram e glorificam de maneira especial a minha Misericórdia e mergulha-as na minha Misericórdia. Estas almas foram as que mais sofreram por causa da minha Paixão e penetraram mais profundamente no meu espírito. Elas são a imagem viva do meu Coração compassivo. Estas almas brilharão com especial fulgor na vida futura. Nenhuma delas irá ao fogo do Inferno; defenderei cada uma delas de maneira especial na hora da morte.

Misericordiosíssimo Jesus, cujo Coração é o próprio amor, aceitai na mansão do vosso compassivo Coração as almas que honram a glorificam de maneira especial a grandeza da vossa Misericórdia. Estas almas tornadas poderosas pela força do próprio Deus, avançam entre penas e adversidades, confiando na vossa Misericórdia. Estas almas estão unidas com Jesus e carregam sobre os seus ombros a humanidade toda. Elas não serão julgadas severamente, mas a vossa Misericórdia as envolverá no momento da morte.

Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas que glorificam e honram o vosso maior atributo, isto é, a vossa inescrutável Misericórdia; elas estão encerradas no Coração compassivo de Jesus. Estas almas são o Evangelho vivo e as suas mãos estão cheias de obras de misericórdia; suas almas repletas de alegria cantam um hino de misericórdia ao Altíssimo. Suplico-Vos, ó Deus, mostrai-lhes a vossa Misericórdia segundo a esperança e confiança que em Vós colocaram. Que se cumpra nelas a promessa de Jesus, que disse: “As almas que veneram a minha insondável Misericórdia, Eu mesmo as defenderei durante a vida, especialmente na hora da morte, como minha glória.” Amém.

(rezar o Terço da Divina Misericórdia)

Oitavo dia

Hoje traze-Me as almas que se encontram na prisão do Purgatório e mergulha-as no abismo da minha Misericórdia; que as torentes do meu Sangue refresquem o seu ardor. Todas estas almas são muito amadas por Mim, pagam as dívidas à minha Justiça. Está em teu alcance trazer-lhes alívio. Tira do tesouro da minha Igreja todas as indulgências e oferece-as por elas. Oh, se conhecesses o seu tormento, incessantemente oferecerias por elas a esmolas do espírito e pagarias as suas dívidas à minha Justiça.

Misericordiosíssimo Jesus, que dissestes que quereis misericórdia, eis que estou trazendo à mansão do vosso compassivo Coração as almas do Purgatório, almas que Vos são muito queridas e que no entanto devem dar reparação à vossa Justiça; que as torrentes de Sangue e Água que brotaram do vosso Coração apaguem as chamas do fogo do Purgatório, para que também ali seja glorificado o poder da vossa Misericórdia.

Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas que sofrem no Purgatório e que estão encerradas no Coração compassivo de Jesus. Suplico-Vos que, pela dolorosa Paixão de Jesus, vosso Filho, e por toda a amargura de que estava inundada a sua Alma santíssima, mostreis vossa Misericórdia às almas que se encontram sob o olhar da vossa Justiça; não olheis para elas de outra forma senão através das Chagas de Jesus, vosso Filho muito amado, porque nós cremos que a vossa bondade e Misericórdia são incomensuráveis. Amém.

(rezar o Terço da Divina Misericórdia)

Nono dia

Hoje traze-Me as almas tíbias e mergulha-as no abismo da minha Misericórdia. Estas almas ferem mais dolorosamente o meu Coração. Foi da alma tíbia que a minha Alma sentiu repugnância no Horto. Elas levaram-Me a dizer: Pai afasta de Mim este cálice, se assim for a vossa vontade. Para elas, a última tábua de salvação é recorrer a minha Misericórdia.

Ó compassivo Jesus, que sois a própria Compaixão, trago à mansão do vosso compassivo Coração as almas tíbias; que se aqueçam no fogo do vosso amor puro estas almas geladas, que, semelhantes a cadáveres, Vos enchem de tanta repugnância. Ó Jesus, muito compassivo, usai a onipotência da vossa Misericórdia e atraí-as até ao fogo do vosso amor e concedei-lhes o amor santo, porque Vós tudo podeis.

Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas tíbias e que estão encerradas no Coração compassivo de Jesus. Pai de Misericórdia, suplico-Vos pela amargura da Paixão do vosso Filho e por sua agonia de três horas na Cruz, permiti que também elas glorifiquem o abismo da vossa Misericórdia… Amém.

(rezar o Terço da Divina Misericórdia)

Fonte: Imagem Canção Nova

Você Sabia?


Você sabia que a segunda-feira logo após a páscoa é chamada de pascoela?

Ocorre sete dias depois da Páscoa, correspondendo ao domingo seguinte ao domingo de Páscoa, também denominado Dia da Misericórdia de Deus, oitava da Páscoa ou Quasímodo.

Estas duas últimas designações, embora ainda se usem, eram mais utilizadas antigamente, celebrando-se a oitava noutras liturgias importantes da Igreja, prática caída em desuso quando da reforma do calendário religioso após o Concílio do Vaticano II.

A Pascoela simboliza o prolongamento do próprio domingo de Páscoa, numa atitude festiva da Igreja e dos fiéis, podendo dizer-se que representa uma espécie de diminutivo da palavra Páscoa.

Recorde-se que o batismo dos primeiros Cristãos adultos ocorria durante a Vigília Pascal, ritual que continua a manter-se, sendo a quadra da Páscoa a preferida desde os primórdios da religião cristã para se efetuarem os batismos dos catecúmenos.

Daí, chamar-se também – conquanto não já oficialmente – ao domingo de Pascoela o domingo In Albis (domingo branco), devido ao fato dos catecúmenos utilizarem (como hoje) vestimentas brancas no ato do batismo, celebrado depois, festivamente, por toda a semana que decorria desde o domingo de Páscoa ao domingo de Pascoela.

Nos dias atuais, à semelhança de outrora, os batismos continuam a realizar-se por toda a semana que medeia estes dois domingos, embora, por tempos idos, apenas nesta época do ano a Igreja procedesse à imposição do batismo. Hoje já assim não é, mas continua a verificar-se a preferência da quadra pascal para se efetuar o batismo, sobretudo das crianças.

Na tradição popular, é durante a celebração da missa do Senhor no domingo de Pascoela – quando esta se realiza às três horas da tarde em ponto – que, «ao pedir-se uma graça, ela será atendida».


Oração a Jesus Ressuscitado e Misericordioso

Jesus Ressuscitado, rolai as pedras do meu caminho!

Ó Deus de grande Misericórdia e Bondade infinita. Eis que hoje venho suplicar pela Vossa Misericórdia as Graças necessárias para mim e para meus familiares:

(Faça agora seu pedido a Jesus Ressuscitado, a Jesus Misericordioso! ...).

Ó Senhor, aumentai em nós sem cessar a Vossa Misericórdia, a fim de que possamos cumprir fielmente a Vossa Santa Vontade durante toda nossa vida e na hora da morte. Que o Poder da Vossa Misericórdia nos defenda dos ataques dos inimigos da Nossa Salvação. Jesus é a nossa confiança. Pelo Seu Coração Misericordioso, como por uma porta aberta, esperamos entrar no Céu.

Jesus Misericordioso, Jesus Ressuscitado, eu clamo a Vossa Misericórdia e a Força da Ressurreição. Rolai essas pedras do meu caminho.

Jesus, eu confio em Vós...

Senhor Jesus Cristo, que tendo ressuscitado dos mortos, nos abriu as portas da eternidade. Afugentai as trevas, a discórdia, a desavença, e rolai as pedras do meu caminho, da minha família e do meu ambiente de trabalho.

Jesus Misericordioso, eu clamo a Vossa Misericórdia sobre esta causa:

(Faça novamente o seu pedido)
Jesus Ressuscitado, Jesus Misericordioso, eu clamo o Vosso Poder. Amém

Fonte: Oração site: www.padrereginaldomanzotti.org.br

domingo, 24 de abril de 2011

O encontro de Jesus e Maria


A Santíssima Virgem Maria teve vários encontros com Jesus, mas este era preferível que não acontecesse. A Mãe, cheia de dor, vai ao encontro do FILHO que se dirige ao calvário levando às costas um pesado madeiro. Encontro que dispensa palavras, pois fala por si; encontro doloroso que deixa marcas. Sua dor é inigualável. Maria sofre mais ainda por nada poder fazer nesse instante para aliviar o sofrimento de Jesus e também o seu.

Maria renunciou a tudo, até aos direitos sobre seu filho, derivados dos vínculos de sangue. O SIM da Anunciação tinha sido a sua assinatura em branco no plano de Deus. Tinha sido a aceitação incondicional de um mistério que se revelaria a pouco e pouco - e, de casa vez, por meio de um rasgão sangrento - no decurso de sua existência.

Maria ofereceu, generosa e cândida na vontade do Pai, o seu Cristo aos homens. E deve assistir à destruição do seu presente, executada pelos homens. Maria é, por excelência, a criatura do encontro. “Cheia de graça, foi o lugar de encontro entre Deus e a humanidade”. Na sua pessoa, o homem fugitivo foi, finalmente, alcançado por Deus, que nunca se resignara àquele afastamento.

O encontro ao longo do caminho que leva ao “Lugar da Caveira” não tem outro significado que esta comum consciência de um sacrifício ilimitado. É o último “sim”. Cristo já pode retomar seu caminho. Melhor, nem se deteve...

Que em nós haja suficiente silêncio para escutar a Sua palavra de salvação e de conversão. Convence-nos desta verdade: só quem encontra Deus é capaz de encontrar verdadeiramente os homens.


+ Dom Eurico dos Santos Veloso

Arcebispo Emérito de Juiz de Fora(MG)

Domingo de Páscoa



A palavra “alegria” é o que mais marca o sentido real do dia da Páscoa. A partir deste dia tudo deve ter sentido novo, nova esperança, novo dinamismo e revigoramento na história de vida fundamentada na morte e ressurreição de Jesus Cristo. Celebrar a Páscoa é deixar-se invadir pelo amor misericordioso e libertador de Cristo, despertando nosso entusiasmo e confiança na vida. Tudo passa, o mundo ainda continua, as riquezas materiais não nos acompanham, mas a vida ganha plenitude e dimensão de eternidade.

A Páscoa indica um novo tempo, a passagem das trevas para a luz, para uma nova aurora. No seu verdadeiro sentido, ela nos tira do comodismo e nos leva a avançar nos compromissos de fé. É prejuízo continuar permanecendo nas “trevas”, no túmulo da morte. Mesmo com toda a riqueza que a Páscoa proporciona, muitos ainda se sentem desamparados, desorientados e mergulhados em dúvidas. Não podemos encher esses vazios com vícios, bebidas, drogas, ameaças à vida etc. Páscoa é vida e ação concreta.

Como aconteceu com os apóstolos, hoje muitos têm dificuldade de entender a morte de Cristo, têm resistência em aderir a Ele, morto e ressuscitado, com convicção de fé. Realmente não é fácil, porque a fé supõe autenticidade e testemunho. A identidade pascal é confirmada nas atitudes de partilha, na experiência de fé e no crescimento do amor fraterno. É questão de alteridade e superação das barreiras que separam as pessoas, fragilizando o empenho missionário na prática de comunidade.

A dimensão da Páscoa é ilimitada. A salvação é para todos os povos, mesmo que isto não seja reconhecido universalmente. Deus não faz distinção ou acepção de pessoas. Todos aqueles que O temem e praticam a justiça lhe são agradáveis e acolhidos. Dizemos que a Páscoa não combina com atitudes desumanas, impurezas descabidas, desejos maus e cobiça de possuir de forma desequilibrada. A vida ressuscitada deve ser coerente com a fé e o cumprimento dos preceitos de Jesus Cristo. É a morte dos maus comportamentos e das práticas religiosas que contradizem a fé cristã.


Dom Paulo Mendes Peixoto
Bispo de São José do Rio Preto.

Fonte: Rede Vida o canal da Família

Meditação do Evangelho do Domingo de Páscoa (Jo 20,1-9)


Juntamente com Maria Madalena vamos bem cedo ao túmulo e sermos testemunhas do grande milagre do amor de Deus para a humanidade e sairmos de lá com a missão do anúncio desta boa notícia para todos!

O trecho que a liturgia nos oferece para a nossa meditação nos insere no contexto pascal de Cristo – luz do mundo – cuja ressurreição dissipa as trevas da morte. O fato acontece no primeiro dia da semana ainda bem cedo – quando ainda o sol não havia ainda brilhado sobre a terra (tudo estava escuro). Contudo, mesmo assim, Maria Madalena consegue perceber que a pedra que havia sido posta na entrada estava retirada!

Correndo ao encontro dos discípulos Simão Pedro e o discípulo amado comunica-lhes a retirada do corpo do Senhor – mesmo sem ter entrado no túmulo e isto é o suficiente para estes dois discípulos correrem até o lugar onde haviam colocado o corpo de Jesus.

Constatando o sinal visível da ressurreição do Senhor- os panos de linho deixados no chão, viram e creram e passaram a compreender a Escritura segundo a qual “ele” deveria ressuscitar dos mortos.

A compreensão da ressurreição de Cristo se dá no encontro com o Senhor ressuscitado, o que acontecerá nos domingos posteriores. A nossa tarefa será muito mais deixar-se encontrar pelo senhor da vida e fazer deste encontro um momento privilegiado de restauração da nossa existência e de toda a criação que ainda geme como em dores de parto aguardando essa restauração a partir de nossas ações para a preservação da vida neste planeta.

Sejamos todos nós felizes testemunhas da vitória de Cristo sobre as estruturas da morte ainda tão presentes e que obscurecem a ação luminosa que a mensagem da ressurreição quer anunciar!


O Senhor ressurgiu verdadeiramente! Aleluia!

Em Jesus, o bom pastor e Maria nossa mãe.


Pe. Fernando Antonio Carvalho Costa

Exultai de alegria


Somos chamados a dar testemunho do Ressuscitado

A primeira motivação da Páscoa é a vivência concreta do batismo, sendo isso a fonte do testemunho cristão. É o testemunho da Morte e Ressurreição de Jesus Cristo, fundamento autêntico da nossa fé.
Com todos os passos realizados na vida cristã, o importante é ter uma fé amadurecida, capaz de lutar pela paz e pela dignidade das pessoas. Mas isso depende da experiência e da vivência com o Cristo ressuscitado.

A paz e a alegria só podem ser experimentadas na convivência comunitária e na prática da solidariedade.
É aí que sentimos a presença libertadora de Cristo ressuscitado e vivo em nosso meio. Com isso começa uma nova criação.

Ressuscitando, Cristo nos dá motivações para a construção do Reino de Deus em nossas comunidades. Passamos a ter atitudes novas e mais comprometedoras com tudo que ajuda na realização das pessoas.

A hora é de superar o medo, a incredulidade e a tristeza. Temos que exultar de alegria porque as práticas de morte foram vencidas pela vitória da vida. Agora é acreditar na primazia do bem e da paz.

A opção pelo Reino de Deus implica passar pelos caminhos percorridos por Jesus Cristo.
Não foi um empenho fácil, envolvendo inclusive a morte. Supõe, de nossa parte, unidade na fé e na solidariedade para com os excluídos da sociedade.

O prolongamento da missão de Jesus acontece hoje nos compromissos da comunidade e de cada pessoa com aquilo que favorece a vida. É preciso estar contra tudo que provoca a morte de forma irresponsável.

Somos alegres porque o Senhor ressuscitado é sempre misericordioso e tem um amor para sempre. Só isso é capaz de formar comunidade e sensibilizar o coração humano para a vivência concreta do amor.

Hoje somos chamados a dar testemunho do Ressuscitado. Testemunho de amor e de justiça, de vida, e não de morte. É ter e viver a fé, assumindo a missão concreta na comunidade. Não podemos mais ficar passivos e acomodados diante das realidades do mundo que contrariam o projeto do Reino.


Dom Paulo Mendes Peixoto

Bispo de São José do Rio Preto

Fonte: Rede Vida o canal da Família

Páscoa é uma festa de família



O verdadeiro sentido dos símbolos pascais

Que conceito bonito este de que a família é a Igreja doméstica:


"Em nossos dias, num mundo que se tornou estranho e até hostil à fé, as famílias cristãs são de importância primordial, como lares de fé viva e irradiante. Por isso, o Concilio Vaticano II chama a família, usando uma antiga expressão, de “Eclésia domestica”. É no seio da família que os pais são 'para os filhos, pela palavra e pelo exemplo... os primeiros mestres da fé. E favoreçam a vocação própria a cada qual, especialmente a vocação sagrada'” (Catecismo da Igreja Católica, n° 1656).

O lar cristão é o lugar em que os filhos recebem o primeiro anúncio da fé. Por isso, o lar é chamado, com toda razão, de “Igreja doméstica”, comunidade de graça e de oração, escola das virtudes humanas e da caridade cristã (Catecismo da Igreja Católica, n° 1666).

O lar cristão é o lugar em que os filhos recebem o primeiro anúncio da fé. Por isso, o lar é chamado, com toda razão, de “Igreja doméstica”, comunidade de graça e de oração, escola das virtudes humanas e da caridade cristã (Catecismo da Igreja Católica, n° 1666).

Os pais são os primeiros a transmitir a fé, os valores cristãos e universais e uma boa educação para os filhos. Pai e mãe são mestres da vida, pela palavra e pelo exemplo eles nos ensinam coisas que vamos levar para a vida toda, que irão influenciar as nossas escolhas e, principalmente, formar a nossa consciência do bem e do mal.
Serão os primeiros catequistas, que, muito mais do que ensinar, irão transmitir pela prática, porque os filhos os verão fazendo.

Eu mesmo poderia dizer da minha mãe e da minha avó quando as via rezar o terço diante da imagem de Nossa Senhora: “Era uma santa ouvindo o que a outra santa dizia!” Meus pais imprimiram em mim muito mais do que traços biológicos e heranças hereditárias, qualidades e defeitos e o desejo de um futuro brilhante. Eles fizeram com que eu experimentasse o amor de Deus e a graça da fé. Quando ainda era criança, sem que eu entendesse, me deram um banho de Água Viva, que me fez nascer de novo e me enxertou em Cristo Jesus. Dando-me assim o Dom da imortalidade e a graça de pertencer a uma família muito grande: a Igreja!

Como explicar para as nossas crianças e jovens que, na Páscoa, o mais importante é a festa da vida que vence a morte?
Que Cristo verdadeiramente foi morto numa cruz e que, por aceitar morrer assim, Ele nos libertou do pecado e nos salvou pela Sua Ressurreição? A Páscoa é uma festa de família, porque viver ressuscitado é saboroso como o chocolate, é cheio de vida como o ovo e é tão fecundo como um casal de coelhinhos. É preciso ter a coragem de celebrar a fé em família e ensinar o verdadeiro sentido de ser cristão.

Celebrar a Páscoa é renascer com Cristo ressuscitado, é passar da morte para a vida, é vencer o pecado e a morte. É também celebrar a vida com o sabor de um ovo de chocolate e mostrar ao mundo que o cristão precisa ser como o coelho: fecundo em virtudes, amor e santidade. É arrumar uma ceia e acender uma vela para convidar os amigos e parentes para se iluminarem com a luz de nossa fé. Uma fé que nasce e renasce constantemente no seio de nossas famílias. É ser criativo e pedir ao Espírito Santo que grave em nossos corações a Graça e o verdadeiro sentido dos símbolos pascais:

O Círio Pascal: Representa o Cristo Ressuscitado, que deixou o túmulo, radioso e vitorioso. Na vela pascal ficam gravadas as letras Alfa e Ômega, significando que Deus é o princípio e o fim. Os algarismos do ano também ficam gravados no Círio Pascal. Nas casas cristãs é comum o uso da vela no centro da mesa no almoço de Páscoa.

O ovo, aparentemente morto, é o símbolo da Vida que surge repentinamente, destruindo as paredes externas e irrompendo com a vida. Simboliza a Ressurreição.

O Cordeiro: Na Páscoa da antiga Aliança, era sacrificado um cordeiro. No Novo Testamento, a vítima pascal é Jesus Cristo, chamado Cordeiro Pascal.

O Coelho: Símbolo da rápida e múltipla fecundidade da Igreja, que está espalhada por toda a parte, reproduzindo fiéis: há um número incalculável de filhos de Deus, frutos da Graça da Ressurreição.

O Trigo e a Uva: Simbolizam o pão e o vinho da Santa Missa e, por seu grande significado com a Trindade Santa, traduzem, por excelência, o símbolo Pascal. Para a ornamentação da mesa de Páscoa, nada mais indicado que um centro feito com uvas e trigo, entre cestas de pães e jarras de vinho.

O peixe é o mais antigo dos símbolos de Cristo. Se Cristo é o Grande Peixe, somos os peixinhos de Cristo. Isso quer dizer que devemos sempre viver mergulhados na Graça de Cristo e na Vida Divina, trazidas a nós pela água do batismo, momento em que nascemos espiritualmente, como os peixinhos nascem dentro d’água.

Cristo ressuscitou, ressuscitou verdadeiramente ALELUIA!!!


FELIZ PÁSCOA!


Padre Luizinho, Com. Canção Nova

terça-feira, 1 de março de 2011

Campanha da Fraternidade 2011: CREIO EM DEUS, PAI CRIADOR



Um artigo do Cardeal Odilo Pedro Scherer

A Campanha da Fraternidade de 2011 (CF-2011) propõe uma questão de evidente atualidade: fraternidade e a vida no nosso Planeta. Nem é preciso argumentar muito para justificar a escolha desse tema pela CNBB: Já faz tempo que estudiosos estão alertando para o fenômeno do aquecimento global e suas consequências para o clima e para o equilíbrio ecológico.
As Conferências mundiais sobre o clima, que congregam as maiores autoridades científicas da área, deixam sempre mais evidente que o sistema produtivo da economia moderna e contemporânea desencadeia intervenções inadequadas do homem na natureza e se constitui numa ameaça real para o equilíbrio ecológico e até mesmo para o futuro da vida na terra. Em contraste com tais constatações, nas mesmas movimentadas Conferências sobre o clima, as principais autoridades políticas e econômicas do Planeta não conseguem chegar a um acordo sobre as medidas a serem adotadas para sanar o problema e prevenir os riscos. È difícil redimensionar o desenvolvimento econômico, quando a receita é renunciar a certo padrão de consumo dos recursos naturais, que equivale à depredação e depauperamento da natureza. Exigimos da natureza mais do que ela pode oferecer, sem comprometer a sua sustentabilidade.
A CF-2011 convida a encarar seriamente a responsabilidade humana em relação ao futuro da vida no planeta Terra, o “ninho da vida” no universo, a casa comum da grande e diversificada família humana. O Texto Base, que apresenta a proposta da CF, traz argumentos e reflexões sobre o fenômeno do aquecimento global e os motivos que deveriam levar todos a pensar sobre o que é possível fazer e o que não se deveria fazer, para evitar a deterioração do ambiente da vida na terra. Argumentos bíblicos e teológicos deveriam motivar os cristãos e todos os crentes em Deus a uma verdadeira conversão nos modos de viver e de se relacionar com a natureza, quando ficam comprometidas a qualidade da vida e a fraternidade na família humana. Todos são convidados a se envolverem na CF-2011.
Destaco dois motivos de fundo religioso, que deveriam ser levados em conta por todas as pessoas de fé no tocante à questão ecológica. Primeiramente, tratar bem a natureza e cuidar do pedaço do Planeta que ocupamos está implicado na nossa fé no Deus Criador. Professamos a fé no Deus, Criador do céu e da terra, não importa como, ou quando isso aconteceu. A ciência pode continuar a pesquisar sobre a origem do universo e da vida na terra e isso não contradiz a nossa fé no Deus Criador. O certo é que não fomos nós que demos origem a toda essa beleza e grandiosidade. Dizer que tudo isso surgiu por si mesmo é um grande absurdo.
Mas também aprendemos da nossa fé que Deus fez o homem à sua imagem e semelhança, confiando-lhe o cuidado do “jardim da vida”. Embora pequeninos entre as criaturas do grande universo, somos importantes e Deus nos trata com predileção especial. O poeta do Salmo tem consciência disso, quando exclama, admirando o céu numa noite estrelada: “Que é o homem, Senhor, para que dele te ocupes?! No entanto, Tu o fizeste pouco menor que um deus... Tu o colocaste à frente da obra de tuas mãos!” (cf Sl 8). Sim, Deus colocou o mundo à disposição do homem; não para que acabe com ele, e sim, para que dele viva e usufrua, mas também para que zele por ele, qual bom administrador. Cuidar bem da natureza é sinal de fé e de gratidão para com o Deus Criador. Avançar sobre a natureza com a vontade de possuir e dominar, é cair novamente na tentação de “ser deuses”, como Adão e Eva no paraíso (cf Gn 3). Quando o homem resolve assumir o lugar de Deus, desprezando seu desígnio, a desordem e o caos entram no mundo, com seus frutos de injustiça, violência e morte.
O outro motivo, relacionado com o primeiro, é de fundo ético e moral: Cuidar bem da Terra, nossa casa comum, é questão de responsabilidade e solidariedade. Os bens da criação foram colocados por Deus à disposição de todas as suas criaturas; descuidar da natureza, ou estragá-la, é falta de respeito e de justiça para com o próximo e para com as futuras gerações. Não somos os únicos a ocupar esta casa, nem seremos os últimos; e é moralmente correto pensar nos outros, quando nos relacionamos com a natureza. Não ficará bem deixar atrás de nós um paraíso depredado, o mundo cheio de lixo, as terras desertificadas, as águas contaminadas, o ar irrespirável, o equilíbrio ecológico comprometido... A CF-2011 é um convite a refletir, para formar uma consciência comum sobre nossa responsabilidade e para tomar decisões eficazes sobre os cuidados que a Terra merece. É nossa casa comum. E ainda será a casa dos que viverão depois de nós.


Fonte:http://padrecarlostamboril.blogspot.com

sábado, 22 de janeiro de 2011

ESPIRITUALIDADE FAMILIAR


“Eu sou a videira; vós, os ramos. Quem permanecer em mim e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.” (Jo 15,5).

Seguir a Cristo. Permanecer em Cristo. Amar a Cristo. De maneira resumida poderíamos dizer que estas são características que pertencem a quem é discípulo de Jesus. Portanto, também podemos dizer que espiritualidade é o modo como seguimos, permanecemos e amamos a Cristo. Existem várias “portas” ou “vias” de espiritualidade na Igreja como forma de seguimento de Jesus. Seja a porta ou a via mariana, da liturgia, das diversas devoções ou das várias espiritualidades encontradas no seio da Igreja: Carmelitana, Beneditina, Franciscana, etc ou dos vários Movimentos Eclesiais: Renovação Carismática, Legião de Maria, Encontro de Casais com Cristo, etc.

Cada um se sente chamado a seguir o Senhor através das várias vias de espiritualidade. A partir de nosso encontro pessoal com Jesus começamos a cultivar nosso relacionamento com Ele, normalmente dentro de uma dessas vias. Porém, em todas elas, há um pressuposto de perseverança básica e fundamental para nosso relacionamento com o Senhor: a oração! Sem oração não há relacionamento com Deus. A oração é a forma de nosso interagir com Ele.

Quando tratamos de espiritualidade familiar, queremos dizer o caminho que a família como Igreja Doméstica se utiliza para o seu relacionamento com o Senhor. Por isso, não podemos dizer que há uma espiritualidade, um seguimento de Cristo na família se não há vida de oração pessoal, conjugal e familiar. Vejamos o que nos fala a respeito o Catecismo da Igreja Católica:

“A família cristã é o primeiro lugar da educação para a oração. Fundada sobre o sacramento do matrimônio, ela é ‘A Igreja doméstica’, onde os filhos de Deus aprendem a orar ‘na Igreja’ e a perseverar na oração. Para as crianças, particularmente, a oração familiar cotidiana é a primeira testemunha da memória viva da Igreja reavivada pacientemente pelo Espírito Santo.” (CIC 2685).

Rezar juntos. Isto é fundamental! Não vale mais a desculpa: não tenho tempo, minha vida é muito corrida! Oração em família é questão vital do relacionamento com Deus e, inclusive para a harmonia dos relacionamentos inter-pessoais na própria família. Na oração somos curados, pela oração aprendemos a perdoar, pela oração nos tornamos mais amigos de Deus e uns dos outros, pela oração nos entregamos e amamos a Deus e nos tornamos capazes de amar os irmãos e, pela oração os filhos são educados e formados.

Veja como a definiu Bento XVI:

“A oração não é algo acessório ou opcional, mas uma questão de vida ou morte. Somente quem reza, isto é, quem se confia a Deus com amor filial, pode entrar na vida eterna, que é o próprio Deus.” (Bento XVI – Quaresma de 2007).

Assim nós, os pais, que somos os primeiros responsáveis pela saúde espiritual de nossa família, devemos tomar a oração como algo que faz parte do cotidiano da família e com ela encontrarmos forças para lutar contra tudo aquilo que vem para nos afastar da própria oração e consequentemente da vida em Deus. Proclamemos com Jesus e como Jesus, no evangelho, com vigor e determinação: “…minha casa é uma casa de oração.” (Mt 21, 13). Meu irmão em minha irmã, faça dessa palavra uma ordem para sua vida e para sua família. Vida de oração é questão de atitude. Tenha a coragem de assumir essa atitude hoje para o bem e a salvação de sua família. Saia do comodismo, da letargia espiritual, das teias da embromação de satanás sobre a família. Precisamos lutar contra o modelo de família que o mundo e a sociedade querem impor para nós. Nós não a aceitamos. Queremos viver o modelo de família que está dentro do projeto de Deus e que Ele mesmo deixou expresso de maneira magnífica através de sua própria família, a Sagrada Família de Nazaré. Uma família que não deu espaço à preguiça, a letargia ou ao comodismo em cumprir a vontade de Deus e buscá-lo e ter comunhão com Ele através de uma intensa vida de oração. “A oração e a vida cômoda não combinam.” (Sta Tereza D’Ávila).

Por onde começar? Através da oração à mesa, por exemplo. A mesa/ refeição é lugar sagrado.
Jesus quando instituiu a Eucaristia, não a instituiu em um templo ou sobre um altar e sim sobre uma mesa de refeição e durante uma refeição, querendo também assim, deixar claro o caráter sagrado de que se reveste, principalmente, quando uma família se reúne em torno da mesa. Infelizmente, isso se perdeu na maioria das famílias, notadamente e dolorosamente, nas famílias que se dizem cristãs! Até mesmo em algumas famílias a mesa foi extinta! Foi trocada por um balcão! Os filhos comem à frente da TV ou do computador. Os pais, dando um péssimo exemplo, fazem o mesmo! Precisamos fazer um grande resgate desses valores perdidos. Quantas possibilidades de diálogo, amizade, partilha, perdão, crescimento, conhecimento pode-se fazer à volta da mesa? Mesmo que, hoje em dia, com toda a correria, afazeres, trabalho, estudo, horários diferentes, cada família, dentro de seu próprio ritmo, poderia, ao menos, eleger uma das refeições do dia ou algumas durante a semana para viver intensamente estes momentos que são apropriados para agradecer em família o pão nosso de cada dia!

Como é importantíssimo, dentro desse processo de educação familiar para a oração, a oração do casal e dos pais com os filhos. Quero trazer aqui duas pérolas de João Paulo II a respeito da importância da oração em família:

“A oração família tem as suas características. É uma oração feita em comum. Marido e mulher juntos, pais e filhos juntos. A comunhão na oração é, ao mesmo tempo, fruto e exigência daquela comunhão que é dada pelos sacramentos do batismo e do matrimônio.” (Familiaris Consortio, 59).

“A oração reforça a estabilidade e a solidez espiritual da família, ajudando a fazer com que esta participe da ‘fortaleza’ de Deus. Na solene ‘bênção nupcial’ durante o rito do matrimônio, o celebrante invoca deste modo o Senhor: ‘Efunde sobre eles (os recém-casados) a graça do Espírito Santo, a fim de que, em virtude do teu amor derramado nos seus corações, perseverem fiéis na aliança conjugal.’ É desta ‘efusão do Espírito Santo’ que dimana a força interior das famílias, bem como o poder de as unificar no amor e na verdade.” (Carta às Famílias, 4).

Fica muito claro e evidente que toda a harmonia e felicidade plena – que só se consegue em Deus (cf. CIC 27) – depende da qualidade de vida de oração entre os cônjuges e entre pais e filhos. Como é verdade e, se aplica muito bem aqui, aquele antigo ditado que diz: “Família que reza unida permanece unida!”

Fonte: www.sagradafamilia.org.br