Sagrado Coração de Jesus.

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sexta-feira, 30 de julho de 2010

Santa Marta servia com o coração e com fé


Marta, irmã de São Lázaro e Maria de Bethânia, (no oeste também chamada de Margareth), perto de Jerusalém e é a padroeira das cozinheiras e donas de casa. Ela era a anfitriã e a dona da casa por ser a irmã mais velha. Quando Jesus se hospedava em sua casa, em Bethânia, Marta era solícita e cuidava do seu bem estar. Em uma visita, recorda Lucas no seu evangelho, Marta reclamou que Maria ficava sentada ouvindo Jesus, deixando-a com todo o trabalho. Jesus respondeu em tom de brincadeira, “foi Maria que escolheu a melhor parte”. Assim Marta tornou-se o protótipo da ativista Cristã e Maria o símbolo da vida contemplativa. Assim Marta foi a única que foi procurar Jesus, quando Lázaro morreu, enquanto Maria ficou em casa.

A tradição diz ainda que, para aqueles que diziam que já era tarde e que Lázaro já estava morto, Marta retrucou energicamente “que não tinha a menor importância e que Jesus iria curá-lo”. E de fato quando Jesus chegou Lázaro já estava enterrado e seu corpo já apresentava sinais de putrefação, mas Marta não se abalou, e com enorme fé, pediu a Jesus para curá-lo e este foi o maior dos milagres de Jesus. Mais ainda: Ela disse a Jesus que acreditava que o Senhor Pai daria a ele o que pedisse. Em resposta àquela fé inabalável, ela foi a primeira a ouvir de Jesus a sua mais profunda revelação. Quando Marta disse que ela acreditava que seu irmão iria se levantar de novo, Jesus disse a Marta: “Eu sou a ressurreição e a vida, aquele que crê em mim viverá mesmo que ele morra, e todos que vivem e crêem em mim, nunca morrerão.” “Você acredita nisto?” perguntou Jesus a Marta, e ela respondeu: “Sim meu Senhor, eu acredito que Você é o Messias e o Filho de Deus.”
A tradição diz ainda que Marta foi com Maria e Lázaro para a França servindo de missionária em Provence. Em outra versão Lázaro e suas irmãs vão para Chipre onde ele se torna bispo de Kition ou Lanarka. As suas supostas relíquias teriam sido transladadas para Constantinopla e varias igrejas e capelas foram erigidas em sua honra na Síria. A Basílica de São Lázaro, santo padroeiro de Lanarka, construída em 890 DC era um templo cristão do quinto século no qual existia um sarcófago com a inscrição: “Lázaro, o amigo de Cristo”. Isto reforça a tradição que ele viveu sua “segunda vida ressuscitado” em Kition, Lanarka. A tradição diz ainda que Santa Marta é protetora das falsas preocupações e superstições. Ela é a padroeira das donas de casa.

Quem tem uma fé como a de santa Marta não precisa se deixar vencer por estas vãs superstições, crer que em Jesus “Tudo posso naquele que me fortalece!”. (Cf. Fl 4,13) Aquele que venceu a morte e o pecado não venceria coisas muito menores e insignificantes? Deus tudo pode, pois o seu amor é mais forte do que a morte. Por isso, com uma fé semelhante à de santa Marta renunciemos a todo o mal e depositemos toda a nossa confiança no Senhor. “Tudo pode ser mudado pela fé e pela oração”.

Oração à santa Marta

Ó gloriosa Santa Marta, entrego-me confiante em vossas mãos,
esperando o vosso amparo.
Acolhei-me sob a vossa proteção, consolai-me nos meus sofrimentos.

Pela felicidade que tivestes em hospedar em vossa casa o Divino Salvador
do mundo, consolai-me em minhas penas.
Intercedei hoje por mim e por minha família, para que tenhamos o auxílio
de Deus Todo-Poderoso nas dificuldades da nossa vida. Suplico-vos,
gloriosa santa, que em vossa grande bondade, me consigais
especialmente a graça que ardentemente vos peço e que tanto preciso.

(Faz-se os pedidos)
Rogo-vos que me ajudeis a vencer todos os obstáculos que se
apresentarem em meu caminho, com a mesma serenidade e fortaleza
que vós tivestes ao transpassar o dragão que tendes aos vossos pés. Amém.

Santa Marta rogai por nós.

Santa Marta recebia Jesus em sua casa.


Felizes os que mereceram receber a Cristo em sua casa

As palavras de nosso Senhor Jesus Cristo nos advertem que, em meio à multiplicidade das ocupações deste mundo, devemos aspirar a um único fim. Aspiramos porque estamos a caminho e não em morada permanente; ainda em viagem e não na pátria definitiva; ainda no tempo do desejo e não na posse plena. Mas devemos aspirar, sem preguiça e sem desânimo, a fim de podermos um dia chegar ao fim.

Marta e Maria eram irmãs, não apenas irmãs de sangue, mas também pelos sentimentos religiosos. Ambas estavam unidas ao Senhor; ambas, em perfeita harmonia, serviam ao Senhor corporalmente presente. Marta o recebeu como costumam ser recebidos os peregrinos. No entanto, era a serva que recebia o seu Senhor; uma doente que acolhia o Salvador; uma criatura que hospedava o Criador. Recebeu o Senhor para lhe dar o alimento corporal, ela que precisava do alimento espiritual. O Senhor quis tomar a forma de servo e, nesta condição, ser alimentado pelos servos, por condescendência, não por necessidade. Também foi por condescendência que se apresentou para ser alimentado. Pois tinha assumido um corpo que lhe fazia sentir fome e sede.

Portanto, o Senhor foi recebido como hóspede, ele que veio para o que era seu, e os seus não o acolheram. Mas, a todos que o receberam, deu-lhes capacidade de se tornarem filhos de Deus (Jo 1,11-12). Adotou os servos e os fez irmãos; remiu os cativos e os fez co-herdeiros. Que ninguém dentre vós ouse dizer: Felizes os que mereceram receber a Cristo em sua casa! Não te entristeças, não te lamentes por teres nascido num tempo em que já não podes ver o Senhor corporalmente. Ele não te privou desta honra, pois afirmou: Todas as vezes que fizestes isso a um dos menores de meus irmãos, foi a mim que o fizestes (Mt 25,40).

Aliás, Marta, permite-me dizer-te: Bendita sejas pelo teu bom serviço! Buscas o descanso como recompensa pelo teu trabalho. Agora estás ocupada com muitos serviços, queres alimentar os corpos que são mortais, embora sejam de pessoas santas. Mas, quando chegares à outra pátria, acaso encontrarás peregrinos para hospedar? Encontrarás um faminto para repartires com ele o pão? Um sedento para dares de beber? Um doente para visitar? Um desunido para reconciliar? Um morto para sepultar? Lá não haverá nada disso. Então o que haverá? O que Maria escolheu: lá seremos alimentados, não alimentaremos. Lá se cumprirá com perfeição e em plenitude o que Maria escolheu aqui: daquela mesa farta, ela recolhia as migalhas da palavra do Senhor.

Queres realmente saber o que há de acontecer lá? É o próprio Senhor quem diz a respeito de seus servos: Em verdade eu vos digo: ele mesmo vai fazê-los sentar-se à mesa e, passando, os servirá (Lc 12,37).

Dos Sermões de Santo Agostinho, bispo
Sermo 103, 1-2. 6: PL 38, 613.615) (Séc. V).


Naquele tempo, Jesus entrou num povoado, e certa mulher, de nome Marta, recebeu-o em sua casa. Sua irmã, chamada Maria, sentou-se aos pés do Senhor, e escutava a sua palavra. Marta, porém, estava ocupada com muitos afazeres. Ela aproximou-se e disse: “Senhor, não te importas que minha irmã me deixe sozinha, com todo o serviço? Manda que ela me venha ajudar!”. O Senhor, porém, lhe respondeu: “Marta, Marta! Tu te preocupas e andas agitada por muitas coisas. Porém, uma só coisa é necessária. Maria escolheu a melhor parte e esta não lhe será tirada” (Lc 10,38-42).

Hoje você pode receber o Senhor em sua casa como fazia Santa Marta. Agora entendendo que a melhor parte era escutar o Senhor, sentar aos seus pés e alimentar-se de Sua Palavra, de Sua companhia e adorá-lo, acolha e sirva como Marta e escute e adore como Maria. Senhor coloco-me aos Teus pés para Te acolher e adorar entregando a minha vida em Tuas mãos. Entra em minha casa, em meu coração e reine, governe como o Senhor achar melhor. Assim cheio de Tua graça possa eu Te servir e servir aos meus irmãos dando a minha vida. Graças e louvores se dêem a todo o momento, ao Santíssimo e Divinissimo Sacramento.

Oração: Pai todo-poderoso, cujo Filho quis hospedar-se em casa de Marta, concedei por sua intercessão que, servindo fielmente a Cristo em nossos irmãos e irmãs, sejamos recebidos por vós em vossa casa. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Santa Marta rogai por nós!

Padre Luizinho,
Com. Canção Nova.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Encontrão de Julho

Lembramos a todos os casais que teremos o nosso encontrão Sábado dia 31/07/2010, não perca esse momento, pois é de grande importancia para todos nós.

Convide seus amigos e familiares a participarem conosco!

Local : Salão Paróquial

Tema: Livro "A Hora da Família"

Família: Valores a Descobrir e Redescobrir.

Data/Horario: 31/07/2010 / apartir das 19:30.



XV Congresso da Região Nordeste "ECC"






quarta-feira, 28 de julho de 2010

LUZ VERMELHA AO LADO DO SACRÁRIO


Por que nas igrejas católicas se acende uma luz ao lado do sacrário?

Uma lâmpada permanentemente acesa ao lado do sacrário nos lembra uma verdade de fé fundamental: a presença de Jesus no Santíssimo Sacramento.

O sacrário para nós é ponto de encontro com Jesus, Deus verdadeiro que quis ser Deus conosco, pisando o nosso chão, armando sua tenda no meio de nós e... - mistério de amor! - quis ser para nós pão que alimenta e dá vida. A lâmpada acesa nos lembra que Jesus está no sacrário primeiramente para ser levado aos enfermos que não podem participar da Eucaristia. Comunhão fora da missa liturgicamente não é correta embora a Igreja o permita nos casos de ausência do sacerdote.

Em segundo lugar, o pão consagrado é conservado no sacrário para adoração de todos os fiéis. É bonito ver o povo de Deus fazendo um pequeno deserto dentro de nossas igrejas para, no silêncio, falar a Jesus Cristo e ouvi-lo.

A visita ao Santíssimo Sacramento é um ato de fé muito bonito de que se valeram muitos homens e mulheres que hoje veneramos como santos de Deus. Sendo para nós verdade de fé a presença de Jesus na Eucaristia, vale a pena alertar aqueles irmãos que entram numa Igreja e oram diante de todas as imagens e passam diante do sacrário sem se dar conta que ali se conserva o pão eucarístico, que ali está Jesus Cristo, o único mediador entre Deus e os homens.

Todo cuidado é pouco com a dignidade e o respeito que se deve dar ao sacrário, que é o coração de toda igreja, de todo templo católico. Vem de longe, lá do século 13 o costume de se conservar uma luz diante do sacrário com o pão consagrado.

No século 14, o hábito já estava consolidado por todo o mundo. No antigo código de Direito Canônico, prescrevia-se que a matéria que alimenta a luz do sacrário deveria ser azeite puro de oliva ou cera de abelha. Salientava-se assim o caráter sacrificial da lâmpada que se consome enquanto ilumina.

No atual código, os cânones 938 e 939 dispõem sobre como deve ser o sacrário e o cuidado que se deve ter com ele. E o cânone 940 prescreve: Diante do tabernáculo em que se conserva a santíssima Eucaristia, brilhe continuamente uma lâmpada especial, com a que se indique e se reverencie a presença de Cristo.


Padre Cido Pereira

Fonte:http://www.paideamor.com.br

"Aqueles que temem ao Senhor preparam o coração, santificam suas almas
na Presença Dele". (Eclo 2, 20)


Senhor, vim Te visitar! Reconheço-me tão pequeno, tão limitado, tão fraco... Diante de Ti, sou nada!
Me faço nada, porque Tu és o meu Tudo!

Eu só quero Te adorar, Te dar todo o meu carinho! A Sua Presença aquece o meu coração, este tantas vezes tão frio, tão machucado, tão inseguro... Vim entregá-Lo a Ti, Senhor! Sei que em Ti, tudo é Graça, tudo é Perfeito, tudo é Amado!

Ó, meu Jesus Eucarístico, não olhes assim pra mim! Eu me envergonho porque eu não sei amar... Quero amar como Tu! Quero ser como Tu!

Diante de Ti, o meu pranto se converte em uma doce alegria! Em Ti, o amargo se transforma em puro mel! Em Tua Presença, o gelo se derrete na profundidade do Teu calor! Em Ti, os dias frios e acizentados se abrem em plena primavera, num lindo arco-íris a enfeitar o céu! Em Ti, o medo se desfaz em segurança, a doença em cura, a dor em Amor!

Como é bom ficar contigo!
Fique comigo, Senhor!

ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO



Faça durante nove dias, diante do Santíssimo Sacramento, esta oração:

"Jesus Ressuscitado, eu creio que você está vivo diante de meus olhos na Hóstia consagrada.

Creio também, Jesus no Seu poder contra toda espécie de mal, porque você venceu,

pela Sua Morte e Ressurreição, o pecado e a morte. Seu Preciosíssimo Sangue

derramado na cruz está presente na Hóstia Santa. Eu creio Jesus, e clamo que

este Sangue seja agora derramado sobre mim e sobre todos os meus familiares.

Eu peço, Senhor Jesus, que, pelo poder libertador e salvífico deste Sangue, possamos

nos livrar de toda opressão diabólica que possa estar prejudicando nossa família.

Peço também que atenda em especial que faço na Sua presença: (apresente aqui o seu pedido...)

Eu, desde já, agradeço, confiante que você me atenderá.

Eu louvo o Pai por ter nos dado você, Jesus, como presente de Páscoa.

Eu agradeço de coração ao Espírito Santo que ilumina e me conduz nos

momentos de sofrimento e de escuridão. Muito obrigado, Jesus, meu Salvador e libertador."

Reze com fé um Pai Nosso, uma Ave Maria e o Glória ao Pai.

Imprima e leve para rezar na Igreja diante
de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Ele está te esperando lá no sacrário!


Fonte:http://www.paideamor.com.br

AMIZADE COM DEUS


É o Senhor que toma a iniciativa de se relacionar conosco

“Buscar-me-eis e me encontrareis: procurar-me-eis do fundo do coração,
e eu me deixarei encontrar por vós.”( Jer 29,13s )

Santa Teresa nos diz que “a oração é um trato de amizade com Deus”. Nossa motivação para a oração deve ser sempre o amor a Deus. É o amor a Deus que nos impulsiona aos desafios de tão grande bem. Orar é portanto um diálogo de amor. A oração é um Dom de Deus e não um esforço nosso e, podemos afirmar até mesmo que o primeiro passo é sempre Dele. É o Senhor que toma a iniciativa de se relacionar conosco. Por isso, a oração não só é um sadio desejo do nosso coração mas, mais do que isto, é um DESEJO DE DEUS.

Cada um de nós temos um coração de oração que precisa ser trabalhado, desenvolvido para crescer no Dom da oração. Este trabalho consiste num acolhimento da graça de Deus. O coração de oração não é algo que vamos comprar com os nossos esforços, mas que vamos acolher com a nossa liberdade. Este coração orante vai se realizando na nossa história. É um exercício, contínuo e assíduo. É um trato de fidelidade e sinceridade com Deus.

Na oração Deus é que inicia o diálogo. Nosso primeiro passo é pedir o Espírito Santo e abrir o coração para que agindo em nós Ele nos ensine a falar com Deus. Quando clamamos de coração sincero, o Espírito Santo começa a arrumar as coisas, pois nossa alma na maioria das vezes, se encontra bagunçada, e sem a ajuda do Espírito que vem para ordenar e silenciar o nosso ser é impossível agradar a Deus. Quando o Espírito Santo começa a agir eu esqueço de mim e das coisas a minha volta e me volto para Deus. Quando eu me disponho a ter uma vida de oração, Deus não vai permitir que eu continue a mesma pessoa, pois a cada encontro com o Senhor o Espírito vai com a sua luz me revelando QUEM É DEUS E QUEM SOU EU.

Este conhecimento de nós mesmos é essencial para percebermos que não somos perfeitos e que não precisamos ser perfeitos para nos relacionarmos com Deus. Na oração não temos que nos preocupar em não se distrair, em não ter pensamentos vãos, em multiplicar as palavras, em ser isso ou aquilo para Deus mas em AMARMOS MUITO, isto é o essencial.

Se vamos para junto de Deus usando uma máscara de bonzinhos e não vou com os meus pecados e a maldade que há no meu coração, eu já levo a casa arrumada, então eu já não preciso do Espírito para arrumar tudo e nem mesmo posso agradar a Deus na mentira, pois um relacionamento de amizade requer acima de tudo sinceridade e confiança para conhecer o outro e deixar-se conhecer.

Devemos ser como o publicano que batia no peito diante de Deus e rezava: “Tem piedade de mim que sou pecador” e não como fariseu que se justificava com as suas obras e negava a sua verdade. A humildade é uma virtude essencial. Ela nos leva a permitir que o Senhor dê o primeiro passo e inicie este diálogo de amor conforme Ele deseja.

No início de uma amizade são necessários alguns passos:

O primeiro deles é a escolha mútua: Ser escolhido sem que eu tenha escolhido esta pessoa, ou escolher e não ser aceito na escolha pelo outro não levam adiante uma amizade. Quando escolho e sou escolhido, a amizade acontece na alegria e na tristeza. Deus é o amigo que estará sempre escolhendo e acolhendo. Dele vem a possibilidade de acolhê-Lo.

O segundo passo é a abertura: a amizade é uma doação de igual para igual. Não posso pensar que não tenho nada para dar a Deus e me colocar somente como aquele que acolhe. Deus não é o amigo máximo, nem o amigo protetor mas, o amigo que eu amo, o qual, sou chamado a acolher.
O terceiro passo é a honestidade: para Santa Teresa a verdade é fundamental na oração.

O quarto é a fidelidade: sabemos que da parte de Deus isto nunca faltará e, será até mesmo Sua fidelidade para conosco que nos ensinará a sermos fiéis a Ele. Com certeza se marcamos com o Senhor às quatro horas para rezar, às três horas, Ele já estará ansioso esperando por nós. Então sentiremos impulsionado o nosso coração para não permitir que o nosso amigo fique a nos esperar.

Quando nos elegeu o Senhor nos fez um convite para sermos seus amigos. A nós cabe responder com compromisso e interesse a divina proposta. Esta sem dúvida é uma resposta de amor e alguém que ama e se sabe amado por Aquele que com tanto zelo nos escolheu e nos amou primeiro.

Fonte: Comunidade Shalom.

PROCURAI E ACHAREIS



“Ele é o protetor de todos os que verdadeiramente o procuram" (Eclo 2, 13)

Desejamos tanto a cura, procuramos ser amados, falamos tanto de paz... A humanidade continua buscando suas respostas e saídas em coisas vãs, alegrias que passam, adquirem confortos e riquezas materiais, porém, o coração continua vazio, frio, sem vida!

A fonte de Águas Vivas, Águas que curam, libertam, salvam é a própria Casa de Deus! A Igreja é santa e pecadora ao mesmo tempo: pecadora, pois nós somos seus filhos, e Santa, pois o Divino Jesus é a essência da Igreja! Ele se encontra ali, num pedacinho de pão, todo humilde, na Sua total entrega esperando por nós!

Nós não somos hóspedes, passageiros no coração de Jesus, não! Cada vez que eu visito o Santíssimo Sacramento, mais presente em Jesus eu vou estar!

É um encontro tão Divino e tão profundo que não se consuma apenas no momento da visita, mas se eterniza em minha alma!

Jesus- eis a Paz que todos procuram; eis a Cura que todos anseiam; eis o Amor que todos desejam!
Basta procurá-Lo! Basta firmar este Tesouro incomparável em meu coração!

"Porque onde está o teu tesouro, lá também está teu coração" (Mateus 6, 21).

No Santíssimo Sacramento Jesus olha para cada um de nós e nos fala: "Permanecei em mim e eu permanecerei em vós" (João 15, 4).
Busquemos a Jesus! Ele simplesmente quer nos Amar!

"Buscai ao Senhor, já que Ele se deixa encontrar; invocai-O, já que está tão perto" (Isaías 55, 6).

Pedi e vos será dado! Procurai e encontrareis! Batei e a porta vos será aberta! (Mateus 7:7)


Fonte:http://www.paideamor.com.br

Clínica da alma



Médico - Jesus cristo

Graduação - Filho de Deus

Médico Auxiliar - Espírito Santo

Sua Experiência - Infalível

Sua Residência, Consultório - Em todas as partes

Sua especialidade - O Impossível

Seu Instrumento - O poder

Seu Favor - Graça

Seu Livro de Receitas - A Bíblia

Doenças que cura - Todas

Preço do tratamento - A Fé

Sua garantia - Absoluta

Sala de cirurgia - O Altar

Seu Hospital - A Igreja

Sua Dieta - Oração e Jejum

Seus exercícios - Boas obras e frutos

Horário de Consultas - 24h por dia.

Dr. Jesus Cristo


"Quereis que o Senhor vos dê muitas graças?

Visitai-o muitas vezes.

Quereis que Ele vos dê poucas graças? Visitai-o poucas vezes.

Quereis que o demônio vos assalte?

Visitai raramente a Jesus Sacramentado.

Quereis que o demônio fuja de vós? Visitai a Jesus muitas vezes.

Quereis vencer o demônio? Refugiai-vos sempre aos pés de Jesus.

Quereis ser vencidos? Deixai de visitar a Jesus

Meu caros, a visita é um meio muito necessário para vencer o demônio. Portanto, ide freqüentemente visitar Jesus, e o demônio não terá vitória contra vós."


Dom Bosco



Por isso não deixe de passar no seu médico ainda hoje!

Fonte:http://www.paideamor.com.br

Seja Fonte...


Seja Fonte...

Fonte de água pura e cristalina.
Seja água abundante para quem tem sede de amor,
de carinho, de força, de apoio, de diretriz.
Se você não tem nenhum motivo para ser feliz,
seja feliz por ser fonte.
Por ser procurado por aqueles que
precisam de você.

Seja Porto...

Porto de chegada de almas cansadas,
seja porto para aqueles que andam perdidos
pelo mundo,
e que precisam de um lugar tranqüilo para descansar
o fardo que carregam.
Para ser porto de chegada, abrace, afague,
receba, dê boas vindas.
Seja porto de saída, saída para quem precisar partir,
despedindo-se das ilusões, das dores,
dos fracassos e decepções,
partindo para uma vida melhor, para isso,
ajude, apóie,
converse, estenda as mãos, ouça, oriente.
Seja também porto seguro,
para quem te ama e te precisa,
porto seguro para os amigos, para a família,
para quem precisar.
Para ser porto seguro,
esqueça o ego e pense no próximo,
esqueça suas dores e amenize as dores do próximo.
Esqueça sua fraqueza e se torne forte para os outros.
Se você não tem motivos para ser feliz,
seja feliz por ser porto,
para receber aqueles que procuram por ti.

Seja Ponte ...

Ponte que liga a vida terrena à eternidade do céu.
Para ser ponte, compreenda,
perdoe e deixe as pessoas passarem por você.
Para ser ponte,
esteja no fim da estrada daqueles que não encontram
o caminho de volta.
Seja a passagem, e não o atalho,
seja o caminho livre e não o pedágio.
Se você não tem outro motivo para ser feliz,
seja feliz por ser ponte.
Ponte significa união, ligação, laços de afeição.

Seja Estrada...

Estrada longa, gostosa de passear,
estrada iluminada de dia pelo sol e de noite pelo luar.
Seja estrada que guia,
estrada que conduz a outros caminhos.
Se você não tem outro motivo para ser feliz,
seja feliz por ser estrada,
estrada dos peregrinos da vida,
estes plantarão flores aos seus pés.
Seja estrada para os caminhantes do tempo,
estes regarão as suas flores.
Seja estrada para os andarilhos do mundo,
estes poderão colhê-las, e sentir o seu perfume.

Seja Estrela...

Seja a estrela que mais brilha no firmamento.
Seja a estrela inspiradora dos poetas,
dos românticos e apaixonados.
Para ser estrela, ilumine os que te cercam,
distribua luz gratuitamente.
Seja estrela guia, estrela da sorte.
Se você não tem outro motivo para ser feliz,
seja feliz por ser estrela,
por que as estrelas estão sempre no alto,
são soberanas por que guiam os navegantes.

Seja Chuva...

Chuva que molha os corações secos, vazios de amor,
de esperança, de paz.
Seja chuva que inunda os campos áridos,
que molham os jardins,
que dá vida a toda vegetação,
e faz transbordar os rios.
Se você não tem outro motivo para ser feliz,
seja feliz por ser chuva,
a chuva é sempre esperada,
por que dela depende a continuidade de toda
a humanidade.

Seja Árvore...

Árvore que dá frutos para quem tem fome,
que dá sombra e refresca o árduo calor dos caminhantes que seguem pela vida.
Seja árvore que aninha, que acolhe os passarinhos,
que enfeitam os quintais.
Se você não tem outro motivo para ser feliz,
seja feliz por ser árvore.
Por que ser árvore é ter raízes sólidas e profundas.
É ter braços que se alongam, que se estendem...
É produzir flores para enfeitar a alma de alguém,
é ser forte e enfrentar temporais.
É ter suas folhas embalados pelo vento,
é ser molhada pela chuva,
e acalentada pelo sol, é fazer parte da criação,
como um ser único.

Ser Fonte,
ser Porto,
ser Ponte ou Estrada,
ser Estrela,
ser Chuva ou ser Árvore...

É servir a Deus.

Fonte:http://www.paideamor.com.br

terça-feira, 27 de julho de 2010

A mudança deve partir de nós



Ao longo da nossa caminhada, passamos por muitas situações difíceis e guardamos no coração as emoções reprimidas, os medos, as críticas… Isso faz de nós pessoas desconfiadas e, muitas vezes, inseguras. Para tudo, nós já temos uma resposta pronta e ficamos sempre na defensiva.

Quantas vezes repreendemos as pessoas em nosso íntimo? Imaginamos situações por meio das quais humilhamos os demais tentando mostrar para nós mesmos que estamos certos e que somos melhores do que os outros.

Por essa razão, precisamos nos abrir ao amor de Deus para que a vida nova brote dentro de nós. Jesus nos dá a fórmula para alcançarmos essa graça: “Como meu Pai me amou, assim também eu vos amei. Permanecei no meu amor. Se guardardes os Meus Mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como eu guardei os Mandamentos do meu Pai e permaneço no seu amor” (João 15,9-10).

Permita que o Espírito Santo remexa no mais profundo do seu ser e o transforme por dentro e por fora para que você possa ser verdadeiramente alguém renovado: mais amoroso, mais gentil, mais sincero, mais justo e mais fervoroso. Se quisermos mudar o mundo a mudança deve partir de nós.
Jesus, eu confio em Vós!


Fonte:http://www.cancaonova.com

Oração de Cura e Libertação pelo Sangue de Jesus

“Quereis conhecer o poder do Sangue de Cristo? Repara de onde começou a correr e de que fonte brotou” (São João Crisóstomo).
O mês de Julho é dedicado ao Preciosíssimo Sangue de Jesus e nós precisamos conhecer melhor as razões desta santa devoção. A fonte desta devoção está no lado aberto de Jesus na cruz, no trono glorioso, loucura para os homens e vitória para Deus: “Chegando, porém, a Jesus, como o vissem já morto, não lhe quebraram as pernas, mas um dos soldados abriu-lhe o lado com uma lança e, imediatamente, saiu sangue e água”. (Cf. João 19,33-34).
Estamos vivemos o mês do Preciosíssimo Sangue de Jesus, então reflitamos:

“Quem poderá resistir se Jesus derramando está,
Seu Sangue precioso aqui neste lugar!”


Jesus derrama o teu Sangue precioso em minha pessoa, nos meus sentimentos e vontades, purifica Senhor de todo desejo do pecado, os meus pensamentos e ações. Purifica a minha afetividade e sexualidade daí-me a tua pureza no corpo e na alma.

Sangue Precioso de Jesus cura-me da tristeza e da depressão, do medo e de toda enfermidade espiritual e mental, Cura-me da síndrome do pânico e de tudo que possa estar amarrando a minha vida.

Jesus coloca no teu lado aberto, todo o meu corpo, proteja-me de toda doença, por isso, lava-me com o teu precioso Sangue e deixa longe de mim as pestes e doenças contagiosas, a mim e a todos os meus, eu confio em vós.

Jesus derrama o teu precioso Sangue em minha família, os casos mais difíceis que eu vivo em minha casa, aqueles que estão bem afastados de ti e estão vivendo no pecado e no vício, eu te peço Lava com o teu Sangue e cura a cegueira que eles trazem no coração.

Sangue de Jesus fonte de toda graça e libertação, livra-nos do maligno, das praticas espirituais falsas, como o espiritismo, a macumbaria, horóscopo, feitiçaria e seitas orientais, em teu Nome Jesus eu renuncio a todas elas e proclamo o teu Senhorio em minha vida. Liberta também, todos os de minha família das garras do mal.

Clamo o Sangue de Jesus sobre todo o espaço físico de minha casa, do meu ambiente de trabalho e os colegas que trabalham comigo, livra-nos de toda inveja, disputa e concorrência desleal, acidentes e de tudo que possa e queira me prejudicar quando estiver andando na rua, livra-me do desemprego e da carência material, daí-me o necessário.

Quero junto a Virgem Maria, que estava contigo aos pés da Cruz, consagrar todo o meu ser ao Preciosíssimo Sangue Redentor de Cristo meu salvador e libertador. Assim posso agradecer e dizer, quem poderá resistir se Jesus está derramando seu sangue aqui, neste lugar!


Minha benção fraterna.

Fonte:http://blog.cancaonova.com/padreluizinho

Não tema o novo


Permita que a vida lhe ensine

A vida é marcada por novidades. À medida que vivemos, deparamo-nos cotidianamente com inúmeras descobertas. Em determinados momentos, as novidades vividas são ruins, em outros, são boas, mas, querendo ou não, o “novo” sempre vem e mudanças sempre acontecem. Alguém que vai embora, um emprego que se perde, um amor que vai embora, a vida nos reserva muitas surpresas e, por intermédio delas, podemos sempre crescer.

Existem mudanças que podem ser positivas, outras até mesmo necessárias. Quando rompemos com o medo, assumindo, com humildade, a graça de não sermos sabedores do futuro, podemos ser extremamente formados pelo mistério, que, aos poucos, vai se revelando, desvelando nossa verdade e acrescentando àquilo que somos.

O “novo”, as mudanças, as perdas revelam aquilo que somos, pois, à medida que vamos reagindo diante de cada nova situação, vamos descobrindo novas áreas de nós mesmos, e podemos compreender um pouco mais quem somos nós. Não é pela ação que você conhece uma determinada pessoa, mas por suas reações, pois, as ações podem ser programadas e as reações sempre são naturais.

Cada tempo novo, cada situação nova na vida, é um momento privilegiado para se descobrir no melhor e no pior, nas fraquezas e nas virtudes. Não existe crescimento sem autoconhecimento. Por isso não podemos temer o “novo”, pois quando o vivemos bem, deixando as coisas acontecerem a seu tempo, crescemos significativamente na compreensão do mistério que somos nós.

Não fugir de si mesmo, e de algumas mudanças necessárias, é um caminho de cura e maturidade. Enfrentar-se, com humildade e paciência, diante das próprias limitações, significa preparar o caminho para a virtude.

A felicidade habita no coração que, aos poucos, se torna livre, natural e sem ilusões a respeito de si e da vida.

Não tema o “novo”, as mudanças, enfim, não tema se descobrir. Permita que a vida lhe ensine a se aceitar e amar aquilo que você realmente é, desprendendo-se de ilusões e de idealizações irreais.

Quando começamos a nos compreender, alcançamos a capacidade de transformar “invernos” em belíssimas “primaveras”. Faça essa experiência!


Fonte:http://www.cancaonova.com

O Lugar do Vovô e da Vovó em nossa vida?


Neste dia 26 de julho celebramos a memória de São Joaquim e Santa Ana, pais de Nossa Senhora e avós de Jesus. Como é lindo o mistério do nosso Deus, que se aproximou tanto de nossa natureza para salvá-la que quis experimentar a ternura de ter avós. Lembro de minhas avós, pois só conheci minhas avós e não meus avôs eles já tinham falecido. Desde criança, era marcante a sua presença e seu carinho, minha avó por parte de pai morava mais perto, vó Almira. Minha avó mãe de minha mãe Maria Gracinda, morava na roça mais distante, mas todas as férias escolares eu ia passar com ela. Era muito bom, casa aconchegante, fogão à lenha e subir no pé de umbu e chupar jabuticaba.

Com cada uma aprendi uma grande lição para vida toda. Com minha “vó” Almira mãe do meu pai, aprendi a grandeza da alma, do silêncio e da oração, ela me ensinou os primeiros passos para Deus, a via rezar o terço e ir para Santa Missa todos os Domingos. Era mais de fazer do que de falar, ensinava pelo testemunho, por isso, via na pessoa de minha avó a figura de Nossa senhora. Mulher de sabedoria e discernimento ficava sempre bem quando estava ao seu lado, quando fazia estripulia corria para sua casa para me livrar da surra, que poderia levar do meu pai ou da minha mãe.

Com minha avó Maria Gracinda, que tinha o apelido carinhoso de Duduzinha aprendi a Humildade, fortaleza da alma do homem. Simplicidade e pobreza na vida e no coração. Mulher da roça, do trabalho pesado e diário, um linguajar simples, um coração grande, acolhia a todos, sempre tinha em sua casa em sua mesa lugar para mais um. Porque era humilde era profundamente generosa, sabia dar o que tinha e até o que não tinha. Tinha uma pequena casa de farinha, que dividia com todos os amigos da redondeza, todos vinham fazer farinha na casa de Duduzinha, tinha um pequeno deposito de milho em um dos quartos de sua casa, sabia guardar e sabia dividir.

Dois grandes tesouros que passaram pela minha vida, dois grandes testemunhos de vida e de amor. Sofri pela perda das duas, mas aprendi que o que elas como minhas avós, mulheres idosas e cheias de sabedoria me ensinaram é para vida toda. Ser um homem humilde e de oração faz a diferença, pois aprendi no catecismo da vida de minhas avós o que realmente vale a pena nesta vida. Com certeza os meus avôs eram homens bons e justos, reconheço isso pela vida de minhas avós e pelos meus pais e meus tios.
Como diz a Palavra de Deus:
“Façamos o elogio dos homens ilustres, que são nossos antepassados, em sua linhagem. O Senhor deu-lhes uma glória abundante, desde o princípio do mundo, por um efeito de sua magnificência. Eles foram soberanos em seus estados, foram homens de grande virtude, dotados de prudência. As predições que anunciaram adquiriram-lhes a dignidade de profetas: eles governaram os povos do seu tempo e, com a firmeza de sua sabedoria, deram instruções muito santas ao povo”.
(cf. Eclo 44,1-4).


Existe lugar hoje em nossa sociedade para os nossos idosos? Será que por causa de tantas conquistas tecnológicas e cientificas nós nos arrogamos em dispensar a sabedoria e o discernimento, a experiência de vida e o amor de nossos avôs? Em nossas casas não há mais lugar para cadeira da vovó, não há mais paciência, mais tempo para perder, por isso, falte também tanto amor e ternura em nossos lares. Quero aqui com este texto fazer um elogio verdadeiro aos meus avôs, que me ensinaram as riquezas das coisas simples e pequenas. Obrigado Senhor, pela experiência, pelo carinho, pelo colo que meus avôs me deram e hoje quero continuar acolhendo os de muitos idosos, vovós e vovôs que hoje celebram o seu dia.

Santa Ana e São Joaquim roguem por nós!

26 de Julho Reze com os avós de Jesus: São Joaquim e Sant´Ana



Ana e seu marido Joaquim já estavam com idade avançada e ainda não tinham filhos. O que, para os judeus de sua época, era quase um desgosto e uma vergonha também. Os motivos são óbvios, pois os judeus esperavam a chegada do Messias, como previam as sagradas profecias.

Assim, toda esposa judia esperava que dela nascesse o Salvador e, para tanto, ela tinha que dispor das condições para servir de veículo aos desígnios de Deus, se assim Ele o desejasse. Por isto a esterilidade causava sofrimento e vergonha e é nessa situação constrangedora que vamos encontrar o casal. A tradição diz que Joaquim nasceu em Nazaré, e casou-se com Ana quando ele era jovem. Ele era um rico fazendeiro e possuía um grande rebanho. Como não tivessem filhos durante muitos anos Joaquim era publicamente debochado.

O Pai de Ana teria sido um judeu nômade chamado Akar que trouxe sua mulher para Nazaré com sua filha Ana. Após o casamento de sua filha com Joaquim também ficou triste de não terem sido agraciados com netos.

Mas Ana e Joaquim não desistiram. Rezaram por muito e muito tempo até que, quando já estavam quase perdendo a esperança, Ana engravidou. Não se sabe muito sobre a vida deles, pois passaram a ser citados a partir do século II, mas pelos escritos apócrifos, que não são citados na Bíblia, porque se entende que não foram inspirados por Deus. E eles apenas revelam o nome dos pais da Virgem Maria, que seria a Mãe do Messias.

No Evangelho, Jesus disse: “Dos frutos conhecereis a planta”. Assim, não foram precisos outros elementos para descrever-lhes a santidade, senão pelo exemplo de santidade da filha Maria. Afinal, Deus não escolheria filhos sem princípios ou dignidade para fazer deles o instrumento de Sua ação.

São João Damasceno exorta Joaquim e Ana como modelos de pais e esposos cujo principal dever era educar seus filhos. São Paulo diz que a educação dos filhos pelos pais é sagrada. Maria ao nascer no dia 08 de setembro de um ano desconhecido, não só tirou dos ombros dos pais o peso de uma vida estéril, mas ainda recompensou-os pela fé, ao ser escolhida no futuro para ser a Mãe do Filho de Deus.

O Imperador Justiniano construiu em Constantinopla, uma igreja em honra de Santa Ana lá pelos anos de 550. Seu corpo foi trasladado da Palestina para Constantinopla em 710 e algumas porções de suas relíquias estão dispersas no Oeste. Algumas em Duren (Rheinland-Alemanha), em Apt-en-Provence, (França) e Canterbury (Inglaterra).

O culto litúrgico de Santa Ana apareceu no sexto século no leste e no oitavo século no Ocidente. No século décimo a festa da concepção de Santa Ana era celebrada em Nápoles e se espalhou para Cantrbury lá pelos anos de 1.100 d.C e daí por diante até século 14, quando o seu culto diminui pelo crescente interesse pela sua filha, a Virgem Maria. O culto a Santa Ana chegou a ser até atacada por Martinho Lutero, especialmente as imagens com Jesus e Maria, um objeto favorito dos pintores da Renascença. Em resposta, a Santa Sé estendeu a sua festa para toda a Igreja em 1582.

A princípio apenas Santa Ana era comemorada e, mesmo assim, em dias diferentes no Ocidente e no Oriente. Em 25 de julho pelos gregos e no dia seguinte pelos latinos. A partir de 1.584, também São Joaquim passou a ser cultuado, no dia 20 de março. Só em 1913 a Igreja, determinou que os avós de Jesus Cristo deviam ser celebrados juntos, no dia 26 de julho.


Oração: Ó Deus, Forte e Imortal, que concedestes a Santa Ana e a São Joaquim a graça de serem os pais daquela que foi concebida sem a mancha do pecado original, Maria Santíssima dai-me a Graça que tanto vos peço. Por Cristo e Maria, amém.

Ó São Joaquim e Santa Ana protegei as nossas famílias
desde o início promissor até à idade madura
repleta dos sofrimentos da vida e amparai-as na fidelidade às promessas solenes.
Acompanhai os idosos que se aproximam do encontro com Deus.
Suavizai a passagem suplicando para àquela hora a presença materna da vossa Filha ditosa a Virgem Maria e do seu Filho divino, Jesus! Amém.


A minha benção para nossos avós.

Padre Luizinho,
Com. Canção Nova.
twtter.com/padreluizinho

Quando o amigo 'pisa na bola'


Por melhores que sejam as pessoas, um dia, elas nos decepcionam

Por melhores que sejam as pessoas e suas intenções, um dia, sem querer, elas nos decepcionam. Acontece isso entre pais e filhos, marido e mulher, namorados apaixonados e entre amigos também. Nós mesmos já fizemos essa experiência frustrante de "pisar na bola" com alguém que nunca queríamos machucar ou decepcionar. Isso faz parte do processo de amadurecimento de qualquer relacionamento e é muito bom que isso aconteça, para que não fiquemos na ilusão de achar que tal pessoa é perfeita ou nós mesmos somos intocáveis e imaculados.

Dizer que a frustração e os erros fazem parte do conhecimento do outro, para que no amadurecimento da amizade possamos adequar a imagem do amigo ao real e possível parece exagero, pois quem tem amizade-fantasia são as crianças e neste período da vida é normal. Por isso, que uma verdadeira amizade deve estar guiada por alguns compromissos evangélicos: verdade, transparência e partilha, tudo isso, é claro, com muita caridade e misericórdia, pois só quando experimentamos o gosto amargo dos nossos erros compreendemos as fraquezas e erros do amigo.

Experiência mais terrível, para mim, são aquelas pessoas que estão no centro de uma situação, sabem de fatos que incluem e comprometem a pessoa amiga e por respeito humano e por um falso "protecionismo" ficam caladas, se omitem, não querem correr o risco de perder a boa fama, a simpatia e até mesmo amizade.
Quando a amizade é verdadeira o único medo que eu tenho é perder o meu amigo para os seus próprios erros, mesmo que ele não me compreenda e fique com raiva de mim, vou falar-lhe a verdade e abrir seus olhos, pois amigo não é aquele que passa a mão na cabeça, mas aquele que o desafia e o "desinstala", mas está pronto para ficar com você em qualquer situação.

Precisamos crescer na vivência e na compreensão de uma verdadeira amizade, quem não se compromete não ama. Quando um amigo "pisa na bola" ou está vivendo uma situação constrangedora aproveite para acolhê-lo, não tenha medo de sacrificar a amizade pela verdade e o verdadeiro amor se arrisca, dá a vida pelo amigo. “O homem quando erra não tem outra alternativa a não ser pedir perdão, se não ele não é homem”. O amigo não "abandona o barco" quando ele se agita, ajuda a remar mesmo que tenha de dizer que o outro está remando para o lado errado.

Como corrigir um amigo sem perder sua amizade:

1° Reze pelo seu amigo: a oração vai preparar o coração dele e também o seu;

2° Espere a hora certa para conversar e partilhar, não se deixe vencer pelo nervosismo e ansiedade;

3° Escolha o lugar certo: a privacidade é o melhor lugar para corrigir uma pessoa, evite fazer uma correção em público, mesmo que você esteja certo começou errado;

4° Faça um elogio antes de fazer a crítica e a correção. Todos têm qualidades e isso corrige o nosso ego elevado pelos erros dos outros; isso não é fingimento, é amor.

5° Saiba falar: cuidado com as palavras, o problema, muitas vezes, não é o conteúdo das críticas, mas o jeito com que se fala. Mesmo que o outro esteja no erro, demonstre respeito e carinho.

Na realidade, na hora em que é feita, nenhuma correção parece alegrar o outro, pois causa dor. Depois, porém, produz um fruto de paz e de justiça para aqueles que nela foram exercitados (cf. Hebreus 12,11).


Fonte:Padre Luizinho - Comunidade Canção Nova
http://blog.cancaonova.com/padreluizinho

O valor da hospitalidade


Ela provoca o diálogo e amadurecimento
É muito importante a hospitalidade. Talvez seja um dos mais significativos gestos fraternos na vida, porque supõe acolhida e valorização das pessoas na sua individualidade. Ela cria relacionamento e convivência, provoca o diálogo e amadurecimento na vida comunitária.

Isso aconteceu na vida de Jesus quando visitou a casa de Marta e Maria, certamente irmãs de Lázaro a quem Ele bem conhecia. As duas irmãs O acolhem com carinho, tendo cada uma delas comportamento próprio. Jesus, como visitante, leva em conta as suas atitudes.

Marta, provavelmente a mais velha, age no cuidado da casa e em preparar o necessário para a boa acolhida e hospitalidade. Isso era o normal na vida das pessoas em suas residências. Era a correria para cumprir as tarefas nos momentos certos da casa. Maria, mais centrada talvez, fica sentada ao lado de Jesus e vai apreciando as Suas palavras. Ela teve uma atitude de escuta e de contemplação do que estava ouvindo do Mestre. Sabemos do valor e do sentido disso na vida.

É bom hospedar e cuidar bem das pessoas. Mas isso tem grande valor quando criamos diálogo, amizade, relacionamento e valorização das palavras. Por essa razão, o Senhor fez questão de valorizar a atitude de Maria e criticou a agitação de Marta.


A hospitalidade leva à comunhão quando valorizamos as nossas palavras. Com isso crescemos no conhecimento e na convivência fraterna, partilhando as alegrias e os sofrimentos, que fazem parte da vida de todas as pessoas.

O caso de Marta e Maria nos leva a retomar as nossas opções. Conclama-nos a viver em equilíbrio e com prazer cada instante da vida. A nossa atuação deve ser centrada no essencial, no mais necessário. O serviço ao próximo não pode ser dissociado da convivência fraterna.

Enfim, a hospitalidade está na dimensão da gratuidade, que é um desafio num mundo como o atual. O que vemos hoje é a predominância do medo, o isolamento, a privacidade, o individualismo, o excesso de trabalho e a falta de tempo. Assim perdemos a oportunidade do amor fraterno.


Dom Paulo Mendes Peixoto
Bispo de São José do Rio Preto

Será que penso como cristão?


Pensar como cristão é uma necessidade
Uma avalanche de pensamentos e conceitos contraditórios assola a vida de todo ser humano, todos os dias. Até aí, nada de novo. É assim desde tempos imemoriais. Mas, então, por que temos a sensação, cada vez mais “palpável”, de que as crises e batalhas que residem nesse campo parecem ser invencíveis? Por que os pensamentos parecem se tornar, tantas vezes, terreno minado, que se teria de evitar para continuar adiante?


Pensar como cristão revela-se oportunidade ímpar de “adorar ao Pai em espírito e em verdade” (cf. Jo 4, 24)

As respostas que damos a estas perguntas, sejam elas quais forem, precisam brotar da reflexão que surge a partir de outra consideração: por que enxergo meus pensamentos como uma espécie de “região maldita”, pedregulhos em meu caminho, e não como trampolim ou base de sustentação para seguir adiante?

Nossa tendência natural é buscar o afastamento daquilo que nos faz mal. Por consequência, se “evito pensar” sobre meus pensamentos, ou caso isso se torne cada vez mais doloroso, é preciso verificar com sinceridade as causas dessa percepção. Os pensamentos não são por si mesmos ruins ou penosos – se estão neste patamar é devido aos mecanismos que têm regido nossas reflexões.

É aí que preciso fazer, com sinceridade, outra incursão em meu interior e descobrir: Será que penso como cristão? Ou, então, meus pensamentos ainda são um território cativo em que não deixei adentrar a luz do Senhor, que tudo cura e vence?

O que é pensar como cristão?

Para o cristão, pensar nunca faz mal: pensamento implica estar de mãos dadas com o Senhor e nunca proclamar independência da Sua presença. Pensar revela-se como oportunidade ímpar de “adorar ao Pai em espírito e em verdade” (cf. Jo 4, 24) – entregar-Lhe tudo o que se passa no coração e compartilhar com Ele o próprio ser, dilemas e necessidades.

Deus não necessita de nossa expressão para chegar ao conhecimento acerca do que necessitamos: nós é que precisamos nos expressar constantemente para alicerçar o reconhecimento de que temos necessidade da presença d’Ele em nossas vidas. Por isso, pensar como cristão é lançar um brado de confiança a um Pai que nos ama – “Confia ao Senhor os teus cuidados e Ele te ajudará” (Sl 36, 5) –; é ver a Deus – “Quem vê a Deus alcança com essa visão todos os bens possíveis” (São Gregório de Nissa) – e compreender que somente em Cristo tais “bens possíveis” alcançam sua plenitude. “Só Cristo pode satisfazer plenamente os anseios profundos de cada coração humano e responder às suas questões mais inquietantes”, ensina o Papa Bento XVI.

Pensar como cristão não é um luxo ou qualquer coisa de acessório, mas uma necessidade. Uma vez impulsionados pelo Espírito Santo, a fé, a esperança e a caridade movem todas as nossas ações, que sempre são, de alguma forma, manifestação exterior de nossos pensamentos.

Pensar como cristão é concretizar o movimento do Espírito em nossa vida. Se cada ação somente se concretiza porque tomamos uma decisão – que concede àquilo, que até então habitava apenas o nosso intelecto, o status de “real” –, é preciso se decidir convictamente pelo Senhor.

“A relação com Deus é constitutiva do ser humano [...]. A consciência é cristã na medida em que se abre à plenitude da vida e da sabedoria, que temos em Jesus Cristo”, complementa Bento XVI. Aqui, relação é amor, doação: “o que amar a Deus, ame também a seu irmão” (I Jo 4, 21), diz a Palavra. Pensar como cristão é “cuidar de interpretar de modo favorável tanto quanto possível os pensamentos, as palavras e as ações do próximo” (Catecismo da Igreja Católica - CIC, n. 2478). Em outras palavras, é garantir a boa fama do outro e buscar, em união, a salvação.

Por fim, pensar como cristão é fazer com que tudo convirja para o fortalecimento dessa relação com o Pai, é ser presença irradiante do Evangelho no meio do mundo, é estar disposto a cumprir com a exigência de fazer uma viagem ao centro de si mesmo e lançar fora toda e qualquer complacência com aquilo que possa nos desviar do caminho do Senhor (cf. CIC, n. 2520). E é tudo isso que nos dá a certeza de que pensar não traz consigo nada de ruim, pois Cristo está aí disseminado e nos ajudará a reforçar nosso testemunho de santidade e sadia radicalidade.

Peçamos o auxílio do Senhor:

Senhor, reconheço que preciso permitir que Tua luz adentre todas as áreas de meu pensamento. Não quero mais que haja locais sob o jugo da escuridão: ilumina tudo, Senhor!

Que meus pensamentos girem sempre em torno do Teu Amor e, assim, eu possa ser instituído por Ti como fonte de graça para a vida de outros, buscando, em união, a salvação, obra da Tua Graça!

Fonte:http://www.cancaonova.com

sexta-feira, 23 de julho de 2010

TEM CERTEZA?




Olá, como estão? Tudo na paz?

Querido(as), hoje quero te fazer uma perguntinha:

- Você é feliz ?

Se respondeu que sim, que bom! Mas em cima de tua resposta quero fazer outra pergunta:

- Tem certeza?

Quando eu pergunto sobre o ter certeza da felicidade as coisas complicam um pouco, não é? Dizem que só os idiotas tem certeza absoluta de tudo, e o sábio pondera antes de uma afirmação tão abrangente como essa.

Na vida, é claro que temos muitas tristezas, mas no final de tudo acabamos dando um jeitinho em tudo, certo?

- Errado!

Quando falamos de felicidade, não tem como darmos um jeitinho,só existe uma forma de vivê-la; que é conquistando-a.Mas felicidade é um estado de espírito, ou seja, felicidade verdadeira depende de um bem estar espiritual. Em outras palavras, se não tivermos vivendo uma vida de comunhão e proximidade com Deus, será muito difícil alcançarmos um estado de felicidade.

Só Deus pode nos proporcionar a verdadeira felicidade. Mas você pode ainda replicar que é feliz como está. Mas vou fazer algumas indagações:

-Você continua feliz quando alguém que ama está triste?

-Você sente a alegria até quando as coisas estão difíceis?

- Você é feliz sem perspectivas de nada?

Vamos lá então:

1. Quando estamos bem espiritualmente, temos a felicidade de Deus dentro de nós, e obviamente, quando alguém que amamos está triste, nossa alegria e felicidade inunda aquela vida vazia e desprovida de alegria.

2. Quem está em um estado de espírito feliz, com certeza, os momentos difíceis servem apenas de incentivo para grandes conquistas, ou seja, oportunidades para melhorar.

3. Quem está bem com Deus, olha para frente, não vê nada; olha para os lados, nada também; mas quando olha para cima ouve sempre uma voz: Pode seguir, eu te conduzo para o sucesso.

Querido(a), se ainda não alcançou e nem experimentou esse estado de espírito, é o momento de deixar Jesus entrar na tua vida, para que de posse da sua presença, possa viver a plena felicidade.



Cláudio.

E VOCÊ, SE ESQUECEU DELE?

Reflitam nessa reflexão:



“Deus não está tão longe para que não possa se atentar pela tua vida,

Nós é que nos distanciamos dele .

Deus nunca se omite quando pedimos algo,

Nós é que não entregamos tudo a Ele

Deus nunca deixa de estar com você em qualquer situação,

Somos nós que, a todo o tempo tentamos nos esconder de Deus

Deus nunca te esqueceu,

E você,

Se esqueceu Dele?

Pense nisso!"
CLÁUDIO

Vivam por Jesus Cristo


A maior graça que um homem pode ter na vida é a de conhecer a Deus e fazer a experiência do Seu amor. Muitas pessoas, quando têm um encontro pessoal com o Pai, mudam radicalmente de vida, porque descobrem o verdadeiro sentido dela. Não há como, simplesmente, explicar o que nos acontece quando encontramos a Deus. Precisamos passar por essa experiência, que é única, individual e sublime.

Vejamos o testemunho de São Paulo:

'Na verdade, considero tudo como perda diante da vantagem suprema que consiste em conhecer a Cristo Jesus, meu Senhor' (Fl 3,8).

Procuremos o Senhor, incansavelmente, e deixemo-nos alcançar por Ele.

"Não tenham medo! A vida com Cristo é uma aventura maravilhosa. Só Ele pode dar significado pleno à vida. Só Ele é o centro da história. Vivam por ele!" (João Paulo II, Santa Missa com a juventude, República Tcheca).


Jesus, eu confio em Vós!
LUZIA SANTIAGO

PALAVRAS


"Se você quiser descobrir se fez bem à vida do outro, é só descobrir se quando você saiu da vida dela você a deixou melhor do que quando você a encontrou".

"Não se perde na estrada sombria, aquele que tem na memória a luz do destino final"

O que cultiva a simplicidade tem a facilidade de tornar leve o ambiente em que vive.

"Uma vez iluminados precisamos acender aqueles que permanecem apagados, porque desconhecem a fonte que tudo clareia."

¨Sempre que você for impactado por aquilo que é bom nesta vida,
tome consciência de que Deus ali está¨
PADRE FABIO DE MELO

quarta-feira, 21 de julho de 2010

MENSAGEM ENVIADA!

PARA TODOS OS MEUS AMIGOS ECECISTAS.
FELIZ DIA DOS AMIGOS.
SOCORRO CARVALHO

AVISO IMPORTANTE



Caros

Estamos relembrando a reunião da "Pastoral Familiar" de Pacajus marcada pelo Padre Adair Sábado dia 31/07/2010.




NUBIA E RAUL

terça-feira, 20 de julho de 2010

20 de Julho dia Amigo!


É impressionante olhar para a nossa história e ver como Deus gosta de nos constranger com o Seu amor. Somos testemunhas vivas de que muito mais Ele tem reservado para aqueles que O buscam; coisas que nunca poderia imaginar. O amor do Senhor se antecipa por saber das nossas necessidades, fraquezas e limitações, manifestando-se de maneira concreta por meio de pessoas, que muito mais do que somente pessoas, são manifestações concretas da presença d’Ele sua minha vida. Teofanias de um Deus que não se contém em amar. Assim é você, meu amigo.

O Amor ilimitado de Deus Pai escolheu se fazer presente na sua Vida, e de seus amigo, sempre revelando traços do sagrado em seu olhar, no seu falar, na sua presença, no seu silêncio. Como conseguiria enfrentar tantos momentos de sofrimento se o Todo-poderoso não se revelasse a nós por intermédio do seu olhar acolhedor quando lhe faltaram palavras diante da minha dor. Como eu teria conseguido me levantar se a sua mão não estivesse estendida para me ajudar, quando eu já não tinha mais forças para caminhar sozinho. E aquele momento de grande felicidade, que sentido teria se eu não tivesse você para partilhá-lo? Que bom, meu amigo, que Deus, sabendo das minhas dificuldades, se apresenta a mim através de você!

Se me pedissem para explicar o quanto a sua vida significa na minha me faltariam as palavras. Elas não conseguem exprimir aquilo que é dom do Senhor. A razão não compreende, mas somente se rende agradecida e constrangida pelo presente que recebeu de Deus. O coração só sente, não entende nem busca explicações, só acolhe tamanho dom da parte do céu. Você é como aquele presente raro e caro, dado por Alguém extremamente especial, que não exige retribuições, mas se satisfaz com o nosso sorriso e com o nosso olhar constrangido com tanto amor.

Acho bom parar por aqui. Não adianta…palavras não comportam. A única coisa que posso fazer é agradecer ao Senhor e me dirigir a Ele em louvor, pedindo-Lhe que o Espírito venha em meu auxílio para completar aquilo que falta em meus lábios. É hora de agradecer a Deus pela sua vida na minha vida.

Obrigado, Pai, pelo Seu infinito Amor que me desconcerta. Louvado seja o Senhor por demonstrar em cada amigo que o Seu Amor nunca me abandona e sempre me surpreende. Como alguém que não sabe o que dizer ao ganhar um presente eu afirmo: não mereço, mas agradeço com todo o meu coração.

Obrigado, Jesus, por me chamar de amigo e por demonstrar com Sua vida que ama de verdade quem dá a vida. A Sua amizade me ensina como amar. Maior exemplo eu não tenho, Senhor!Cabe a mim agora lutar, contando com a Sua graça, para poder tentar ser na vida de todos aqueles que o Senhor confiou a mim uma centelha do Seu Amor infinito.

Muito obrigado, Espírito Santo, Amigo que se antecede às minhas necessidades e que se revela a todo o momento. É a Sua presença que me capacita e me ensina a amar com todas as minhas forças.

Bem, a você, meu amigo, somente um muito obrigado! Peço ao Senhor que minha vida possa ser cada vez mais manifestação d’Ele na sua vida. Que o meu amor limitado possa revelar o Amor ilimitado do Senhor por você. É só isso que eu quero: ser presença d’Ele na sua vida.

Te amo, meu amigo! Você é dom de Deus em nossas vidas!

Fonte:http://blog.cancaonova.com

Lenda Árabe dos Amigos!


Diz uma lenda árabe, que dois amigos viajavam pelo deserto e em um determinado ponto da viagem discutiram, sendo um deles esbofeteado, ofendido e sem nada a dizer, escreveu na areia.
hoje meu melhor amigo me bateu no rosto.
Seguiram e chegaram a um oásis onde resolveram tomar banho, o que havia sido esbofeteado começou a se afogar, sendo salvo pelo amigo, ao se recuperar, pegou um estilete e gravou em uma pedra.
hoje meu melhor amigo salvou-me a vida.

Intrigado, o amigo perguntou:
-Por que depois que ti bati, você escreveu na areia, e agora escreveu na pedra?
Sorrindo, o outro amigo respondeu:
-Quando um grande amigo nos ofende, devemos escrever na areia, onde o vento do esquecimento e do perdão se encarregarão de apagar, mas quando nos faz algo grandioso, devemos gravar na pedra da memória e do coração, onde vento nenhum do mundo, tem poder de apagar.

Fonte: (desconhecido)

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segunda-feira, 19 de julho de 2010

“Desde o começo da criação, Deus os fez homem e Mulher. Por isso o homem deixará seu pai e sua mãe e os dois serão uma só carne” (Mc 10, 6-7)


É preciso ter a coragem de aceitar e realizar com fidelidade o ensinamento de Jesus sobre o casamento. Trata-se, como o próprio Jesus ensina, de fazer violência a nós mesmos para possuir o Reino de Deus.

Uma mentalidade sempre mais imposta pelos poderosos grandes meios de comunicação, pelos organismos de educação pública e por vários setores influentes da sociedade, vê hoje no divórcio, no aborto e na relativização completa da união entre um homem e uma mulher no casamento, sinais de nova e mais profunda liberdade conquistada nas relações humanas.

Desse modo naturalmente a Igreja, sobretudo a Igreja católica, é uma instituição para ser combatida com todos os meios, e para ser acusada de autoritarismo e mesmo de obscurantismo.

Diante de todas as dificuldades objetivas porque passa a família hoje, os discípulos de Jesus são chamados a não fazer abatimento, ou mesmo “pechincha”, tendo em vista o ensinamento transparente de Jesus a esse respeito.

Os fariseus conheciam a legislação mosaica a respeito do casamento, que permitia ao marido escrever uma certidão de divórcio de sua mulher e despedi-la (cf Mc 10, 2-4). Jesus, em diálogo com eles reafirma o ensinamento de Deus anterior à lei mosaica, que está claramente presente no livro do Gênesis: “O Homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher, e eles serão uma só carne” (Gen 2, 24). Jesus afirma que o mandamento escrito por Moisés se deveu à dureza de coração do povo da Aliança (cf Mc 10,5).

O Concílio Vaticano II, acontecimento cheio da luz do Espírito Santo para o nosso tempo, afirma que os esposos são chamados a “manifestar e provar, por sua vida, a indissolubilidade e santidade do vínculo matrimonial; afirmar ativamente o direito e o dever, imposto a pais e tutores, de educarem de maneira cristã a prole; defender a dignidade e autonomia legítima da família” (AA, 11 § 3º).

Convido vocês, marido e mulher, juntamente com seus filhos, a lerem nesta semana as belíssimas páginas do Catecismo da Igreja Católica sobre o sacramento do matrimônio (nn. 1601- 1666). Acreditemos com alegria na beleza da família cristã e a construamos com perseverança!

Fonte:http://www.cnbbco.org.br

Quem quizer ser grande, seja vosso servo; E quem quizer ser o primeiro, seja o escravo de todos” (Mc 10,43-44)


Não era esse acima o modo de pensar e de agir dos apóstolos Tiago e João, filhos de Zebedeu. Ao contrário, enquanto eles caminhavam para Jerusalém, Jesus instruía os doze apóstolos sobre o que iria acontecer com ele: “o Filho do Homem será entregue aos chefes dos sacerdotes e aos escribas; eles o condenarão à morte e o entregarão aos gentios, zombarão dele e cuspirão nele, o açoitarão e o matarão, e três dias depois ressuscitará” (Mc 10,33-34).Esta profecia tão realista e exata sobre o destino futuro do Messias, revelada por Jesus, era demasiado dura e contraditória para o pensamento dos apóstolos, que ainda imaginavam o Messias cheio de poder político e militar. Para eles, de fato, a cruz apresentada por Jesus mostrava-se como escândalo e loucura.


“Deixa-nos sentar um à tua direita e outro à tua esquerda, quando estiveres na tua glória!” (Mc 10,37), foi o pedido de Tiago e João, confirmando sua mentalidade de privilégio e de glória, colocando-se acima dos demais apóstolos e, por isso mesmo, causando a reação deles (cf Mc 10,41).A cruz, a paixão e a morte de Jesus indicam a escolha de outra estrada para os discípulos. Ela não poderá mais ser a da dominação, do privilégio, isto é, do individualismo. Será a estrada do dar a vida por amor. Por isso, diz Jesus aos discípulos: “Entre vós, não deve ser assim: quem quiser ser grande, seja vosso servo; e quem quiser ser o primeiro, seja o escravo de todos. Porque o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida como resgate para muitos” (Mc 10,43-45).

Jesus, o Filho de Deus, é o sumo-sacerdote “capaz de se compadecer de nossas fraquezas, pois ele mesmo foi provado em tudo como nós,com exceção do pecado. Aproximemo-nos então, com toda a confiança do trono da graça...” (Hb 4,15-16).À luz dessa inversão de mentalidade ensinada por Jesus, você e eu somos chamados a inverter nossas tendências de ocupar os primeiros lugares, para ocuparmos com alegria o lugar do serviço continuado ao irmão, à irmã.


+ João Braz de Aviz
Arcebispo Metropolitano de Brasília

Fonte:http://www.cnbbco.org.br

SEJAM TODOS BEM- VINDO..... QUE A PAZ ESTEJA COM TODOS


O Ministério da Acolhida é um elemento constitutivo da evangelização que revela o coração de Jesus cheio de misericórdia e de esperança. Sendo ela uma ação eclesial, o Ministériol envolve a todos, pois "a evangelização é obra de todos e a unidade é força motora de qualquer pastoral ".
Assim como Deus nos acolheu como filhos pelo batismo e outras graças, devemos acolher os irmãos. Jesus foi o primeiro e grande acolhedor do Novo Testamento, como provam tantos episódios do Evangelho. O seu amor trabalha com o caráter de cada um Pedro, Nicodemos, Levi, Zaque, Saulo de Tarso, etc. Jesus, o missionário, sai à procura das pessoas.
É importante manter em mente a quem queremos acolher. Cada pessoa, inserida num contexto social, mantém a sua individualidade que deve ser respeitada ao ponto de ser considerada o alicerce sobre o qual se constrói a fé, a mensagem de Jesus. O Ministériol visa respeitar para evangelizar a índole da pessoa, da sua cultura e do seu contexto sócio político. A História da Igreja primitiva nos mostra como os Apóstolos acolheram, de forma diferenciada, judeus e pagãos, gregos e romanos. Eles souberam inculturar a doutrina em diferentes ambientes. Hoje, nós vivemos num mundo de transformações rápidas e profundas. O nosso modo de acolher deve acompanhar este passo e encontrar estratégicas pastorais diferenciadas e adequadas à diversas situações e centros de decisões que afetam a vida do nosso povo. O Ministério da acolhida deve exercer um carinho especial para com os mais sofredores e os carentes de Deus Libertador.

Hospitalidade é Acolhimento. É saber ouvir, atender, servir e lidar bem com as pessoas.
O acolhimento é um trabalho interminável e muito dinâmico. Exige persistência, perseverança e criatividade. O Movimentol da Acolhida deve deixar transparecer que os católicos também são pessoas vitoriosas e vencedoras. Passar uma imagem real de que o Catolicismo também aprova a prosperidade, para isso são exigidas Audácia e Coragem, porque Acolher é também ir além do âmbito interno da igreja. Há necessidade de sair, ir a campo, usar a criatividade para atrair e reconquistar os católicos que se afastaram da prática religiosa. Esse é o principal objetivo do Ministério da Acolhida, atrair e conquistar cada vez mais a comunidade, cultivando o sentido de que somos uma grande Família. “Faça aos outros o que gostaria que os outros fizessem à você.” Lc 6, 31
O Ministério da acolhida não se trata de mais um movimento, que eventualmente ficasse na porta da igreja para receber fiéis. Quer-se promover uma mentalidade que perpasse todas as pastorais e empenhe cada fiel no sentido de acolher, com carinho e fé, os irmãos. Nem se limitará a receber os que vêm, para lhes dar as boas-vindas e criar em torno deles um ambiente de bem-querer, mas também irá àquelas pessoas que, por uma ou outra razão, não se aproximam de nós. Sentimo-nos impelidos a ir até elas. Nesse sentido, entende-se que evangelizar é acolher. Ninguém nos pode ser estranho ou excluído.

O espírito da acolhida deve permear todos os ambientes da Igreja. Privilegiará os afastados e os que mais necessitam de carinho. Precisamos criar um espírito de família. Não de uma família esfacelada e em crise. Aprendemos das Diretrizes da Ação Evangelizadora que a essência da vida cristã é o amor. Por isso entendemos que católico verdadeiramente praticante é quem ama. E amor necessariamente tem nome próprio. Não se ama em geral. São pessoas concretas, que se procuram conhecer, acolher e amar.

S. João, na sua Primeira Carta, dá a razão mais profunda de amor como essência da vida cristã. Poderíamos apelar para o mandamento de Cristo, que Ele chama de 'novo': 'O que vos mando é que vos ameis uns aos outros'. Mas como o termo mandamento, derivado de mandar, cheira a imposição, o discípulo amado explicita, na sua Primeira Carta: 'Quem ama conhece a Deus' (1 Jo 4,7). E inverte, para garantir que não exagerou nem se enganou: 'Aquele que não ama não conhece a Deus' (1 Jo 4,8). Isso significa que, quando alguém se professa ateu ou entra em crise de fé, o problema não é intelectual. Não se trata de idéias mal formuladas ou de argumentos racionais insuficientes. Em outras palavras: não é a cabeça que está em crise, mas o coração. Quem não crê em Deus tem o coração vazio: não ama, o que equivale a dizer: não sente e não faz uma experiência de Deus. O próprio João nos dá a razão disso: 'Deus é amor' (1 Jo 4,8). Ele não cabe em nossas idéias, que são finitas e tiradas das coisas sensíveis, mas cabe no amor, que é participação de sua natureza. Quem ama, pelo próprio fato de amar, faz uma experiência de Deus. Sente Deus, mesmo que não consiga exprimi-lo em conceitos. Por isso tinha, razão Pascal ao refutar os racionalistas de seu tempo. Dizia que o coração tem razões que a própria razão desconhece. Quem experimenta sabe!

O Ministério da Acolhida leva-nos, pois, ao âmago da fé e da vida cristã. Começa em casa, entre os familiares; estende-se aos vizinhos, aos membros da comunidade e vai mais longe, para atingir os irmãos de outras confissões religiosas, os afastados, os tristes, os sofredores... É o amor que não tem limites. Por ele somos capazes de dialogar com todas as pessoas e todas as instituições.

Mas a convivência humana não é sempre pacífica. Envolve tensões, ofensas e até traições. Por isso exige não só compaixão, como também perdão. Convivemos com pessoas e instituições diferentes e, muitas vezes, contrapostas. Elas têm a missão de purificar nosso amor, tornando-o autêntico e desinteressado. Não por nada o perdão é exigência fundamental numa igreja e humanidade pecadora. Até sete vezes? Não! garante Jesus: até setenta vezes sete. E Ele mesmo põe a condição para nossa oração e o perdão por parte de Deus: 'Perdoai-nos assim como nós perdoamos' (Mt 6,12).

Cada irmão que se propõe a estar no Ministério da Acolhida em uma Paróquia precisa ter a certeza no coração de que cada pessoa que ele acolhe é o próprio Jesus que nele se manifesta de maneira concreta para que aquele que chega possa sentir o amor de Deus.
O acolhedor faz o que Jesus pediu que fizessemos:
Acolher: que significa = admitir em sua casa ou companhia, receber bem, hospedar, amparar no sentido de prestar auxilio e sustentar na queda, preservar, apoiar.
Todos nós precisamos aprender acolher do jeito de Jesus, que não olha o pecado mas o pecador, e agindo assim,ama aquele que chega,ao ponto desse amor transformar a vida daquele que foi acolhido.
Força irmãos na acolhida da nossa Santa Igreja Catolica Apostólica Romana que sempre foi guiada pelo Espírito Santo e que suscita nos seus membros um novo ardor e novos métodos de evangelizar.

Por isso,acolhei-vos uns aos outros,como Cristo,vos acolheu,para a glória de Deus.Pois eu digo:Cristo tornou-se servo dos circuncisos,para mostrar que Deus é fiel e cumpre as promessas feita aos pais."(Romanos 15,7).

Fonte: Movimento/acolhida

Por que acolher bem?


O acolhimento fraterno e alegre nos leva a outra indagação: o que o fiel procura em nossas comunidades, ou melhor, quem é que eles vêm procurar? A resposta só pode ser uma: vieram, mesmo sem saber com clareza, à procura de Jesus Cristo! Jesus Cristo que, todavia, foi o primeiro a procurar-vos. De fato, o único significado para uma boa acolhida é levar quem chega a nossos ambientes sagrados a encontrar Jesus Cristo, o Verbo que Se fez carne e veio habitar entre nós. As palavras do Prólogo de São João de certo modo deve ser o “cartão de visita” do ministro que acolhe o seu irmão. “No princípio era o Verbo, o Verbo estava junto de Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava, ao princípio, junto de Deus” (Jo 1, 1-2). E diz a grande conclusão: “a quantos, porém, o acolheram, deu-lhes poder de se tornarem filhos de Deus: são os que creem no seu nome”. (Jo 1, 12) O Senhor também, ao enviar os seus discípulos, vai lembrar-lhes que quem os “acolhe, acolhe a mim, e quem acolhe a mim, acolhe Aquele que me enviou”.

Assim, aos que buscam o Cristo Senhor nós queremos repetir a exclamação de Jesus: A paz e a acolhida estejam convosco! Na alegria comunitária de bem recebermos a todos, de fazermos pontes e nunca destruí-las, que conclamo a Igreja peregrina a incrementar a acolhida em sua estrutura. Fiéis bem acolhidos são mais dispostos ao seguimento de Jesus Cristo, e a acolhida gera outras acolhidas. Tornando toda a Igreja acolhedora, e concretamente acolhendo o fiel com feliz sorriso, estamos abrindo nosso coração para que o Cristo se manifeste em cada um que bate em nossas comunidades. Não tenhamos medo de ser alegres e deixar que a felicidade do Verbo Encarnado alegre nossa Igreja e que todos possam ser verdadeiros acolhedores!


Fonte:http://www.cnbb.org.br/acolhimento

É com muita alegria que colhemos Pe. João Bosco Vigário Paróquial


Pe. João Bosco Porfírio Rodrigues

A vida é uma caixinha de surpresas, que nos vive pregando peças às vezes boas e às vezes nem tão boas... Mas o importante é o que aproveitamos dela...
A vida sempre vale à pena, mesmo em momentos que desacreditamos dela... Vale a pena olhar o céu, as águas e respirar fundo por um segundo...
Vale à pena tudo o que conseguimos aprender, nada é por acaso, e nada é perdido, sempre aproveitamos algo...
Mas o melhor da vida é a conquista dos amigos, as boas risadas, isso sem falar nas gargalhadas não é?!
Por isso que queremos te dizer, sorria sempre, e sempre... Pois o sorriso é o melhor cartão de visita e de apresentação...
O sorriso é o melhor remédio para aqueles que te amam!
Espero que a sua vida seja repleta de sorrisos. Que sempre e sempre sorria com o coração!
Pacajus está de portas abertas para tê-lo como amigo, queremos estar sempre contigo para aprendermos. Deus nos dá a oportunidade de estarmos do seu lado e queremos agarra – la com grande fervor, sinta-se em casa, pois nós já o temos como um grande amigo.
O ECC de Pacajus está feliz com sua presença, e lhe dá a certeza que pode contar conosco.
Que a exemplo da SAGRADA FAMILIA, grandes acolhedores, possamos
auxiliá-lo nas suas decisões e caminhada religiosa.

Seja bem vindo e sinta-se acolhido por todos nós.

Programação do Halleluya 2010!



*Quarta-feira (21)*

Missa de abertura com Pe. Antonio Furtado
Shalom God

Cantores de Deus

Bartista Lima


*Quinta-feira (22)*

Ítalo e Reno

Comunidade Recado

Netinho

Ministério Adoração e Vida


*Sexta-feira (23)*

Kyrios Dei

Maninho

Davidson Silva

Cosme

Banda Dominus


*Sábado (24)*

Diego Fernandes

Flavinho

Suely Façanha

Missionário Shalom

Adriana

Banda Alto Louvor


*Domingo (25)*

Missa com Dom José Antônio

Ir. Kelly Patrícia

Tribo Maranata

Pe. Fábio de Melo


Maiores Informações : 3295-4583

domingo, 18 de julho de 2010

Santidade ao alcance de todos


Desde a Antiga Aliança, realizada por intermédio dos Patriarcas, Deus chama o povo à santidade: “Eu sou o Senhor que vos tirou do Egito para ser o vosso Deus. Sereis santos porque Eu sou Santo” (Levítico 11,45).

O desígnio de Deus é claro: uma vez que fomos criados à Sua “imagem e semelhança” (cf. Gênesis 1,26), e Ele é Santo, todos nós temos de ser santos também. Isso é natural, porque fomos feitos para o Senhor; Ele não o deixa por menos.

São Pedro repete essa ordem dada ao povo no deserto, em sua primeira carta: “A exemplo da santidade daquele que vos chamou, sede também vós santos, em todas as vossas ações, pois está escrito: Sede santos, porque Eu sou santo (Levítico 11, 44)” (I Pedro 1,15-16).

O grande apóstolo exortava os cristãos do seu tempo a romper com o pecado: “Luxúrias, concupiscências, embriaguez, orgias, bebedeiras e criminosas idolatrias” (1 Pedro 4,3), vivendo na caridade, já que esta “cobre a multidão dos pecados” (1 Pedro 4,8).

Da mesma forma, Nosso Senhor Jesus Cristo, no Sermão da Montanha, chama os discípulos à perfeição do Pai: “Sede perfeitos assim como o vosso Pai celeste é perfeito” (Mateus 5,48). Cristo se refere à bondade do Pai, que ama não só os bons, mas também os maus e que “faz nascer o sol tanto sobre os maus como sobre os bons, e faz chover sobre os justos e sobre os injustos” (idem 5,45). E pergunta aos discípulos: “Se amais somente os que vos amam, que recompensa tereis?” (idem, 46).

Para o Senhor, ser perfeito como o Pai celeste o é, é amar também os inimigos, os que não nos amam. “Amai os vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam, orai pelos que vos perseguem e vos maltratam” (idem, 44). E mais ainda: “Não resistais ao mau. Se alguém te ferir a face direita, oferece-lhe também a outra” (idem, 39).

O Sermão da Montanha, relatado nos capítulos 5,6 e 7 de São Mateus, apresenta-nos o verdadeiro código da santidade. É como dizem os teólogos: é a “Constituição do Reino de Deus”. É por isso que na Festa de Todos os Santos a Igreja nos faz ler no Evangelho esse discurso de Jesus.

São Paulo começa quase todas as suas cartas lembrando os cristãos, do seu tempo, de que são “chamados à santidade”. Aos romanos, logo no início, ele se dirige a eles dizendo: “A todos os que estão em Roma, queridos de Deus, chamados a serem santos […]” (Romanos 1,7). Aos coríntios ele repete: “À Igreja de Deus que está em Corinto, aos fiéis santificados em Cristo Jesus chamados à santidade com todos […]” (I Coríntios 1,2). Aos efésios ele também recorda, logo no início, que o Pai nos escolheu em Cristo “antes da criação do mundo para sermos santos e irrepreensíveis diante de seus olhos” (Efésios 1,5). Aos filipenses ele exorta: “O discernimento das coisas úteis vos torne puros e irrepreensíveis para o dia de Cristo” (Filipenses 1,10).

Para o grande apóstolo a santidade é a grande vocação do cristão. “Esta é a vontade de Deus: a vossa santificação; que eviteis a impureza […]” (I Tessalonicenses 4,3-5). “Purifiquemo-nos de toda a imundície da carne e do espírito realizando a obra de nossa santificação no temor de Deus” (II Coríntios 7,1). “Procurai a paz com todos e ao mesmo tempo a santidade, sem a qual ninguém pode ver o Senhor” (Hebreus 12,14).

Santa Teresa de Ávila afirma que: “O demônio faz tudo para nos parecer um orgulho o querer imitar os santos”. A santidade ainda não é um fim, mas o meio de voltarmos a ser “imagem e semelhança” de Deus, conforme saímos de Suas mãos.

A santidade é a melhor resposta que damos ao amor de Deus. É esse amor retribuído que levou os santos a fazerem a vontade de Deus e chegarem à santidade.

O Concílio Vaticano II afirmou que: “Todos os fiéis cristãos são, pois, convidados e obrigados a procurar a santidade e a perfeição do próprio estado” (Lumen Gentium, 41). Essas palavras da Igreja mostram que a santidade não é, como se pensava antes, um caminho para poucos “eleitos” de Deus, privilegiados; mas um caminho para “todos” os cristãos. Esse chamado é uma “vocação universal”.

Todos os batizados, portanto, sem exceção, são chamados à santidade. “Eles são justificados no Senhor Jesus – diz o Concílio – porquanto pelo batismo da fé se tornaram verdadeiramente filhos de Deus e participantes da natureza divina e portanto realmente santos” ( Lumen Gentium, 40).

Vemos então que cada um de nós “recebeu” a santidade no batismo e deve viver de modo a preservá-la e aperfeiçoá-la.

Certa vez, o saudoso Papa João Paulo II disse em Roma, citando Bernanos: “A Igreja não precisa de reformadores, mas de santos”. Em outra ocasião, ele declarou aos catequistas: “Numa palavra, sede santos. A santidade é a força mais poderosa para levar a Cristo os corações dos homens” (L.R. nº 24, 14/06/92, pg 22 [338]).

Para viver a santidade devemos, como disse Santo Afonso de Ligório, “fazer o que Deus quer e querer o que Deus faz”; isto é, viver os mandamentos e aceitar a vontade do Senhor em tudo.

A Igreja existe para nos levar à santidade e nos oferece muitos meios de santificação: a oração, os sacramentos, os sacramentais, a Palavra de Deus, a fé. Além disso, nos santificamos pelos sofrimentos, pela vivência familiar como pais e filhos cumpridores de nossa missão; pelo trabalho realizado com amor. É no chão do lar, da fábrica, do asfalto, da rua, da luta diária que cada um de nós se santifica fazendo a vontade de Deus.

O mundo hoje precisa de muitos santos, como afirmou João Paulo II aqui no Brasil; santos modernos, de calça jeans, tocando violão e tudo o mais.

fonte: www.cleofas.com.br

Saibamos acolher nossos Sacerdotes


Antes de tudo, caro (a) leitor (a), quero dizer-lhe que o sacerdote existe porque Deus ama você. O padre é ponte entre Deus e o povo. A palavra "padre" quer dizer "pai". Sim, pai da comunidade, amigo de Jesus, irmão dos seus colegas padres, diácono do povo. A todos os padres nossos cumprimentos, parabéns e agradecimentos. Se o Papa João Paulo já pediu 94 perdões em seu pontificado, não tenho nenhuma dificuldade em pedir perdão e perdoar nossos padres. Eles não precisam tanto dos nossos elogios, mas da nossa compreensão e colaboração. Sem eles, os bispos nada são, dizia um bispo francês no Concílio Vaticano II.

Que você padre seja o melhor audiovisual do amor do Pai, especialmente para os mais pequeninos. No dia de sua ordenação o bispo rezou para você “carregar o fardo do povo”. É a vocação do “padre-Cirineu”, um padre carregador de fardos, um “padre povoado”. Todos sabemos que a ordenação não suprime as fragilidades e limitações do ordenado. O sacerdote continua após a ordenação sob o peso da fragilidade humana, mas a graça sacramental o sustenta e o torna imagem do Bom Pastor, que dá a vida pelo rebanho. O padre não deve esquecer que ele é um “médico ferido” diz B. Haring. Mas, pela oração, a fraqueza humana se transforma em força. Carregamos o mistério em vasos de barro (cf. IICor 4, 7).

Deus deposita em seus padres um voto de confiança. Por isso os presbíteros serão os primeiros a carregar a tocha da luz, da vida e do calor que emanam do coração de Deus, rumo ao novo milênio. Sejamos homens de esperança e de alegria, sabendo que a inautenticidade prejudica a fé do rebanho. O padre não pode viver uma heresia vital, dizer uma coisa e fazer outra. O mundo hoje, não acredita nos mestres mas nas testemunhas.

O padre é um “homem matinal”, profeta da vida, peregrino em busca da verdade, pois dos lábios do sacerdote esperamos a ciência. Homem caminhante, homem sempre em partida, “homem exodal” que vai ao encontro dos fiéis, evangelizando com a “alegria da Páscoa e a coragem de Pentecostes”, construindo a sociedade nova. O padre constrói mais pelo que ele é, do que pelo que faz.

Em nossos dias a pessoa do padre é muito controvertida. Para uns, o sacerdote é um anjo, para outros um demônio. Nem anjos nem demônios, nossos padres são pessoas humanas nas quais Deus apostou e mesmo quando estes erram Deus não os desautoriza, mas, em Seu amor sempre fiel, continua apostando na conversão de seus escolhidos. Bem escreveu São Francisco de Assis: “Quero temer, honrar e amar os sacerdotes como meus senhores, pois neles está o Filho de Deus. Não levo em consideração os seus pecados porque reconheço neles o Filho de Deus e eles são os meus senhores.”

O padre é uma delicadeza do Coração de Jesus. “Dar-vos-ei pastores segundo o meu coração” (Jo 3, 15). Nossos sacerdotes não precisam tanto de nossos elogios, mas do nosso perdão, da nossa compreensão e colaboração. O padre é uma invenção do amor trinitário em favor do povo. Você criança, você jovem, você adulto ouça a voz de Deus que o chama para a vocação. Ser padre não é uma dignidade só para os santos e justos, nem é uma degradação para quem não alcançou outros ideais na vida. O padre é um pai, um pastor, um profeta, um homem de Deus e se você conhece padres que não são assim, ajude-os a serem fiéis, porque o padre não existe para si, mas para o povo.

O apóstolo Paulo define o sacerdote como “administrador dos mistérios de Deus” (I Cor. 4, 1), mas é em “vaso de argila” que ele carrega esta dignidade e responsabilidade. Não é pois a pessoa humana do padre que nos encanta e inquieta, mas a missão que lhe foi confiada. Ser padre não é uma honra, mas uma responsabilidade. O padre é uma chave que abre o acesso a Deus, é uma escada que conduz ao céu, é um sinalizador do amor de Deus, é uma ponte que liga o céu e a terra. Em nossos dias a Igreja deseja padres animadores de comunidades, comprometidos com a causa dos excluídos, construtores de uma sociedade nova, justa e fraterna, lugar do reino de Deus.


Dom Orlando Brandes
Arcebispo de Londrina - PR

Fonte: CNBB